Estilos de vida de Europa

Los estilos de vida actuales en Europa y otras regiones desarrolladas ponen una presión excesiva sobre el medio ambiente. Además, con una clase media global creciente, que adopta cada vez más patrones de consumo que requieren muchos recursos, la carga ambiental total se está moviendo rápidamente mucho más allá de los límites sostenibles a escala mundial. Gracias a la financiación de la UE, el proyecto EU-INNOVATE (Sustainable lifestyles 2.0: End user integration, innovation and entrepreneurship) analizó el papel activo que ostentan los usuarios en lo referente a influir en los estilos de vida sostenibles y en la transición a una economía ecológica en Europa. Para alcanzar sus objetivos, el proyecto estudió nuevas vías de actuación ... La Encuesta de Condiciones de Vida es una operación de periodicidad anual que se realiza en todos los países de la Unión Europea. Este año la ECV ha sido realizada por el Instituto Nacional de Estadística (INE) en colaboración con el Instituto de Estadística de Cataluña (IDESCAT) en el ámbito de su comunidad autónoma, cuya muestra total efectiva está formada por más de 34.000 persona. A la hora de afrontar la pandemia, hubo dos modos muy diferentes de actuar. De un lado, la Europa del sur optó por recluir a sus ciudadanos e imponer multas a aquellos que no resistían en sus ... A través de Europa, encontrarás varias culturas entre país y país. Sobre todo, cualquier viajero notará las diferencias obvias entre el estilo de vida europeo y el americano. Esto varía desde el trabajo hasta la vida casera. En cierta forma, tal vez vayas a tu casa buscando hacer algunos cambios europeos a tu propio ... Secretos del estilo de vida en cuarentena quedan al descubierto. ... En China, que va mucho más avanzada en la recuperación de la pandemia que Europa o Estados Unidos, la brusca contracción en ...

Precisamos falar sobre: Patrick de Paula e Gabriel Menino

2020.09.17 04:20 fujfy7 Precisamos falar sobre: Patrick de Paula e Gabriel Menino

Boa noite.. Chegou a hora de falar de Patrick de Paula e Gabriel Menino..
Sério, não é sendo clubista, mas faz tempo que não vejo um futuro tão promissor de jovens no meio campo no Brasil..
Posso estar super precoce, iludido, mas tenho que levantar a moral e reconhecer o que estão fazendo.
Pra quem acompanha sabe: Patrick de Paula tem a frieza de um cara de 40 anos, assumiu totalmente a responsabilidade contra o Corinthians na final, jogou como gente grande em Itaquera e vem dominando o meio campo do Palmeiras e colocando medalhões como Ramires e Bruno Henrique no banco (não é difícil, mas o processo foi muito rápido) Desculpa, mas eu acho o estilo do Patrick igual ao do Pogba (não estou comparando o futebol, digo o estilo de jogo) e do Gerson do Flamengo..
Por outro lado, o Gabriel Menino vem de uma evolução constante, começou como lateral direito improvisado, fez uma boa atuação, mas se encontrou como 2 volante.. A grande diferença para o Patrick é que o Menino é mais marcador, comete muitas faltas, mas por outro lado, tem uma armação de jogo melhor, tem mais poder de decisão.
O que mais me chamou a atenção dos dois foi:
O Patrick veio da taça das favelas, onde pra mim estão as maiores jóias do Brasil, lá é o verdadeiro futebol, é lá onde o bicho pega, a bala come, e o mlk aprende a jogar bola de verdade.. mas o que surpreendeu foi que ele pediu pra bater o último pênalti na final do paulista, querendo ou não, ele tem 19 anos.. É o jogo que marca se o cara vai ser lembrado ou odiado pra sempre, isso pra mim foi foda!
Se eu não me engano, o Gabriel Menino quebrou/torceu a mão antes das finais do paulista, e pediu pra jogar, e até hoje usa a atadura (talvez não tenha dado tempo de recuperar ou se fizer a cirurgia vai ser afastado, sei lá eu).. Mas o foda é que o mlk não é poupado nunca, ele deve saber que é a chance da vida dele.. Quem é palmeirense ou quem acompanha sabe que ele tem uma raça da porra, da gosto de ver o mlk jogar.. É daqueles que felizmente ainda não foi corroído por dinheiro, sabe o significado..
Mesmo que os dois não dêem certo (o que sinceramente, eu acho muito difícil) é algo que me chama a atenção, é muito gratificante como torcedor ver isso acontecer, principalmente no Parmera onde a base começou a ser valorizada só há uns 3, 4 anos atrás e também que a diretoria acha que tudo é resolvido no Money, agora sabemos que não é bem assim.. (Também temos o Veron, outra grande jóia)
Enfim, eu acho que eles terão oportunidade na próxima Olimpíada, mas eu enxergo um futuro gigantesco pela frente na Europa (infelizmente) e na seleção brasileira..
Gravem esses nomes: Patrick e Gabriel Menino..
Edit: Difícil escolher entre os dois, mesmo sendo do meio campo, possuem características diferentes.. Patrick é mais ágil, tem mais frieza também, mas erra muitos passes (precisa melhorar isso) E o Menino desarma mais, tem mais chegada no ataque, mas comete muitas faltas (também precisa melhorar isso)
Se eu tivesse 100 reais pra apostar... 60 no Patrick e 40 no Menino
O futuro já é realidade
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2020.08.23 23:39 plotino_ Não importa o que você faça: o grande Deus da vida é o acaso

Antes de me decidir, passei por três diferentes cursos em federais. Tive contato com pessoas de estilo e ambições diferentes.
Hoje, passados 8 anos de meu ingresso no primeiro - e já formado há dois anos, observo que quem rege nossa vida é o acaso. Os antigos chamam de fortuna.
Vejo pessoas medíocres que deram muito certo sabe-se lá como.
Uma amiga que mal sabia escrever hoje vive bem na Europa. Um colega extremamente mau caráter virou vereador. A pessoa mais inútil e infantil que conheci casou-se com um cara rico e está bem empregada. Um quarto amigo que odiava estudar herdou uma herança .
Em contra partida vários colegas brilhantes permanecem na medíocridade.
Um amigo inteligentes que estudam para mega concursos desde o governo Dilma hoje pegam o pior crise da história da República. Uma colega super esforçada se especializou tanto porém sua empresa faliu, hoje está desempregada há dois anos. Um terceiro entrou num ramo de imóveis e tomou prejuízo da milícia (até o juiz está envolvido). A quarta decidiu se casar com o marido que amava, teve filho e o mesmo morreu deixando-a pobre e com filhos.
Vejo que pouco importa o que você faz ou quais são seu planos: no fundo, manda o acaso.
Dessas três experiências em cursos como Economia, Contabilidade e Letras, vejo que ainda, no Brasil, impera as velhas manias sujas de dar certo: falcatrua, aproximar-se de poderosos.
De resto, você está jogado num universo em que pouca coisa vai depender de você. Seja quanto for seu esforço.
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2020.07.29 19:26 XXI_Heretic Quis custodiet ipsos custodes? A opinião de um OG do /r/portugal sobre o estado actual do sub e a moderação do asantos3

Já ando no /portugal desde 2011 quando éramos menos de 2000 subscritores, nessa altura a internet ainda era uma nova fronteira onde imperava a liberdade de expressão, e tanto os admins do reddit como o cavadela, que na altura era o único mod, defendiam esse valor:
In 2012, Yishan Wong, the site's then-CEO, stated, "We stand for free speech. This means we are not going to ban distasteful subreddits. We will not ban legal content even if we find it odious or if we personally condemn it."
https://en.wikipedia.org/wiki/Controversial_Reddit_communities
1- Podia fazer o portugal ao meu gosto e da minha imagem mas não quero
O portugal foi criado por mim mas não é meu. É dos seus utilizadores que farão dele o que bem entenderem. É assim que o entendo. Os posts que coloco são aqueles que enquanto user acho relevantes. Tenho ficado como único mod porque não dá trabalho. Filtro spam e ajudo pessoas que submeteram um post mas não o vêem aparecer.
2- Podia ter mais mods mas não quero
Ser mod solitário também não faz com que me entenda como ditador solitário do portugal. Essa posição não me dá nada. Já vários me pediram para serem também mods mas todos os que me pediram para o serem andavam atrás de algo que me assustava. Ou queriam começar a banir posts com base nas suas preferências ou queriam criar flairs ou demais para tornar evidente se o post era dos "seus" ou da outra facção.
https://old.reddit.com/portugal/comments/23iv03/vamos_l%C3%A1_dar_cabo_disto/
Era a altura em que eram permitidos subs como o infame /niggers e em que o apoio ao Ron Paul 2012 dominava grandes partes do reddit. Em vez da actual cancel culture e censura dominavam os ideais libertários.
Essa foi a era dourada do /portugal, onde éramos livres de postar o que quiséssemos e avacalhar à força toda. Apesar das constantes discussões políticas e dos insultos que frequentemente eram atirados o ambiente era muito menos pesado do que actualmente, o pessoal gozava com o outro lado da barricada mas ao fim do dia partilhávamos todos, desde a extrema-esquerda até à extrema-direita, o mesmo espaço e discutíamos abertamente sem problemas. Era um pequeno sub em que quase todos os utilizadores mais activos se conheciam e por isso havia um sentido de comunidade e desenvolviam-se dramas entre utilizadores que davam vida e energia ao subreddit, com o turnusb no meio de muitos deles:
https://old.reddit.com/portugal/comments/22p13e/cavadela_e_essa_conversa_sobre_modera%C3%A7%C3%A3o_quando_%C3%A9/cgp0rtu/
https://old.reddit.com/portugal/comments/1z4v77/weed_like_to_talk_bora_l%C3%A1_assinacfqj4le/
https://old.reddit.com/portugal/comments/221y1w/mouraria_pode_ter_primeira_sala_de_consumo/cgnwrpj/
https://old.reddit.com/portugal/comments/1p43gf/prova_de_que_h%C3%A1_redditors_com_m%C3%BAltiplas_contas_a/ccytpgu/
https://old.reddit.com/portugal/comments/1p43gf/prova_de_que_h%C3%A1_redditors_com_m%C3%BAltiplas_contas_a/ccykabj/
https://old.reddit.com/portugal/comments/1qzzy1/isto_%C3%A9_o_tipo_de_merdas_que_quem_frequenta_este/
https://old.reddit.com/portugal/comments/1vlors/preparemse/
https://old.reddit.com/portugal/comments/2bsbzu/pessoal_%C3%A9_o_cakeday_do_xenofobo_residente_do/
https://old.reddit.com/portugal/comments/2dgqjm/apareceu_um_carro_%C3%A0_frente_sen%C3%A3o_ia_a_300/cjpg4u3/?context=3
https://old.reddit.com/portugal/comments/20o4j5/an_average_day_on_rportugal/
https://old.reddit.com/brasil/comments/2pf5bn/amarequesttugasnakeamarequest/
Essas threads são só alguns exemplos da polémica e diversão que havia antigamente no sub e que seria impossível hoje em dia. Quem não gostasse desse drama só tinha que dar block a uma dúzia de contas e o problema ficava resolvido. Ironicamente hoje isso já não seria possível pois os mods com a sua visão paternalista decidiram que os utilizadores são incapazes de bloquear outros users e que mais vale correr tudo com bans.
Eventualmente o turnusb foi shadowbanned pela administração do reddit por ter vários heterónimos aka contas fantoches e eu tive a honra de tornar-me no primeiro utilizador a ser banido permanentemente do /portugal (excluindo contas de spam), por causa de um shitpost demasiado edgy numa fatídica thread sobre fruta. Quando isso aconteceu recebi várias mensagens, inclusive até de utilizadores comunistas, a dizerem que eram contra o ban e gostavam dos meus posts e a discussão que eles geravam. Em resposta ao ban decidi focar-me noutras coisas e deixei o sub durante dois anos e quando voltei já estava numa posição muito melhor na minha vida.
Depois o asantos3 entrou na equipa de moderação por CSS Injection e a partir daí foi sempre a descer. Sem dúvida alguma não há pior mod que ele e dar-lhe mais permissões para além do CSS foi o cavadela a abrir uma caixa de pandora. Haviam dezenas de utilizadores mais activos do que o asantos3 e hoje há centenas. Ele nunca participou muito do sub que modera, aliás, se quiserem um bom drinking game experimentem tomar um shot por cada post em https://old.reddit.com/useasantos3/ com símbolo de moderador. Não vão precisar de ver muitas páginas até entrarem em coma alcoólico... No entanto apesar de não participar muito no /portugal sorrateiramente ele conseguiu ganhar poder na moderação e chegamos hoje ao ponto do cavadela estar relegado à sua cuckshed enquanto o asantos3 fode-lhe o subreddit.
Isto intensificou-se agora, mas há muitos anos que há queixas contra a moderação do asantos3:
https://old.reddit.com/portugal/comments/4nrmc4/acaba_de_acontecer_um_atentado_violent%C3%ADssimo_nos/d46dtw8/
https://old.reddit.com/portugal/comments/4sw5pt/atentado_em_nice_provocou_pelo_menos_60_mortos/d5cozoy/
https://old.reddit.com/portugal/comments/5ekqrj/o_moderador_asantos_come%C3%A7ou_a_banir_pessoas_sem/dadnxra/
Não acredito que a personalidade do asantos3 seja compatível com a posição de moderador. Essa posição requer alguém que pense com calma e logicamente enquanto ele já demonstrou várias vezes agir por impulso e de forma emotiva, rude e passivo-agressiva:
https://i.redd.it/ax7cz0747i751.png
Ou o caso em que ele baniu um utilizador por dizer que eram "rappers a ajustar contas", algo que ele viu como uma "piada racista de mau gosto" apesar de ser uma citação de uma notícia do TVI24...
https://i.imgur.com/5dYrbBx.png
Acho que um sub com o nome de Portugal merece melhor moderação que isto. O asantos3 é o típico gajo com um QI de 115 a 130 que por ter uma inteligência acima da média convence-se de que está dotado para decidir pelos outros, que ele acredita não terem intelecto suficiente para decidir por si próprios.
Citando uma resposta dele sobre a democracia directa:
Talvez porque não estamos na grécia antiga e os cidadãos muitas vezes não sabem o que é o melhor para o país.
https://old.reddit.com/portugal/comments/26luln/pergunta_honesta_e_dif%C3%ADcil_seguir_algumas/chs9uvv/?context=3
Parece-me que ele sofre de um complexo de superioridade como o grande Bastiat explica nesta citação:
https://i.imgur.com/pqqYj78.jpg
Não existe pessoa mais autoritária do que alguém que está convencido da sua moralidade. Não acredito que o moço seja má pessoa, mas ele acredita tanto na rectidão dos seus valores de esquerda/extrema-esquerda que está disposto a silenciar quem tiver opiniões contrárias às suas, o facto de ele acreditar tão fortemente na virtude das suas crenças leva a que ele julgue que quem não as partilha só pode ser uma má pessoa. Assim o diálogo torna-se impossível e o /portugal vai degenerar num echochamber de esquerda como já aconteceu a muitos outros subs.
E para que não haja dúvidas do radicalismo de esquerda dele, vejam a resposta que deu a este comentário:
Soooo Greece just elected a Communist...this is definitely going to end well.
asantos3:
And the problem with that is?
The current right wing politics - austerity - aren't working and the Greece don't trust the socialist no more, this was the best solution.
Besides that, SYRIZA is much broader than the communist ideology.
https://old.reddit.com/worldnews/comments/2tsl5c/greeces_new_prime_minister_alexis_tsipras_made/co1zo51/
E sim, isso foi há 5 anos mas se forem agora ao perfil de twitter dele vão ver que o Livre é o único partido político que ele segue, aliás, não me admirava se ele tiver sido um dos idiotas úteis que meteu a Joacine na AR. Ele está mais perto de ser um americano da Califórnia ou Soviético do que Português. Aposto que se um antepassado dele criasse uma conta no reddit acabava banido por ele.
O mais engraçado é que ele é incapaz de perceber que ao transformar o /portugal num espaço de discussão aberta para todos num local com uma moderação forte, ele está a contribuir para o radicalismo. Sem diálogo as pessoas ficam nas suas bolhas, seja o /Avante ou o /portugueses onde não estão expostos a ideias contrárias às suas e através da afirmação positiva que recebem nesses echochambers tornam-se cada vez mais radicais e fechados a outras opiniões. A censura do Chega e o desprezo por quem apoia esse partido só leva mais pessoas a tomarem o lado do André Ventura.
Durante os anos fui abordado algumas vezes por pessoas que queriam criar uma alternativa sem censura ao /portugal, mas sempre achei que não haveria utilizadores suficientemente descontentes para tornar isso uma realidade, pois comparativamente ao resto do reddit, a moderação do sub até era das que menos censurava. Infelizmente isso mudou nos últimos meses e eles agora têm a mão pesada, pelo que agora o crescimento do /portugueses é inevitável. O ambiente nunca foi tão sério e sem sal. Um sub que outrora tinha um ambiente de bar descontraído tornou-se agora num espaço super formal onde tudo é levado a sério e quem não seguir a linha é atirado pela borda fora. Isto é uma consequência da mudança de estilo da moderação que passou a ser muito mais séria, chegando até a ser cómico o quanto os mods levam isto a sério:
https://imgur.com/a/StzCb
Podia escrever muito mais mas este fio já está a ficar grande como o meu caralho, vou terminar só por dizer que fui um dos 20 membros originais do /european, um subredddit sem censura criado em resposta à censura que ocorria no /europe, muito análoga à situação que temos hoje com o /portugal - /portugueses. Apesar de ter sido criado muitos anos depois do /europe e não ter a exposição que o reddit dava a esse sub, o /european cresceu a olhos vistos e em pouco tempo chegou ao ponto de ter dias em que havia mais utilizadores activos nele do que no /europe, normalmente quando a "religião da paz" resolvia fazer uma das suas acções na Europa. Isto demonstra que havendo a opção entre um subredit com censura e regras estúpidas e um sem censura e só com as regras do reddit, os utilizadores naturalmente migram para o subreddit sem censura, especialmente em dias onde ela seja usada excessivamente para impedir a discussão de eventos problemáticos. Mas atenção que eventualmente o facto da maioria dos utilizadores do /european serem de direita nacionalista foi usado como desculpa pelos admins para meterem o sub em quarentena quando ele atingiu um tamanho demasiado grande.
Peço-vos que não tornem este subreddit num circlejerk de direita. Utilizadores de extrema-esquerda como o AntonioMachado também foram banidos e apesar de ele ser um comuna vegan (com o qual discordo a 100%), ele têm direito a expor a sua opinião e mesmo que não concordem com ela se contribuir para a discussão sigam a reddiquette e deiam upvote em vez de downvote.
Nenhum Português étnico merece ser silenciado num subreddit nacional. O verdadeiro inimigo são as potências estrangeiras que semeiam a divisão nas nações Ocidentais com vista a desestabiliza-las. Foi dessa forma que a União Soviética avançou os seus interesses à custa dos nossos no Sul de África ao colocar pretos contra brancos e o mesmo truque está agora a ser usado nos EUA onde o movimento BLM é usado como pretexto para destruir o país por dentro. Infelizmente esse trabalho está a ser tão bem feito que apesar de os EUA serem o alvo principal destas acções até em nações secundárias como Portugal há pessoas como o asantos3 a engolir a propaganda e a andar em carris sem terem noção disso.
TL;DR: O /portugal hoje está uma merda sem sal e a moderação está a contribuir para aquilo que gostariam de evitar. Em consequência este sub vai crescer mas é importante que cresça para todos e não só para quem é de direita.
TL;DR2: Se visse o asantos3 a arder na rua cuspia nele antes de ir buscar um extintor.
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2020.07.10 03:15 CidVerte O Brasil e o mundo

Trabalho com consultoria e já trabalhei em quase 30 países espalhados pelo mundo. Como vou sozinho e trabalho com a equipe local, acabo mergulhando na cultura de uma maneira bem diferente do que um turista faz. Durante as viagens as comparações com o Brasil são inevitáveis. Decidi compartilhar minhas experiências como retribuição de tudo que já aprendi e ri neste sub, também na esperança de ter uma conversa saudável durante esta loucura de 2020.
Separei por tópicos para facilitar a leitura.
Obs: quando digo "Ásia" entenda a Ásia em sua parte desenvolvida (Japão, Coréia do Sul, China, Singapura, etc) e não a Ásia como um todo.
[VIOLÊNCIA] Em nenhum país tive a sensação de violência urbana tão presente quanto no Brasil, muitas cidades têm sua "no go zone" mas no Brasil geralmente as cidades têm bolhas de segurança e no resto é bom ficar atento. Moçambique é extremamente pobre porém tem uma zona urbana mais segura que o Brasil. Países muçulmanos são extremamente seguros mas a extorsão rola solto, quer dizer, tem roubo estilo "flanelinha" mas não tem assalto com violência ostensiva. As cidades da costa oriental da China são extremamente seguras, mais do que Europa e EUA. Só quando você sai do Brasil e consegue relaxar nas ruas é que percebe o quanto a vida urbana no Brasil é estressante, você praticamente está o tempo todo calculando o perigo e avaliando qual a chance do cidadão perto de você ser um bandido.
[NEGÓCIOS] Pior país que já fiz negócios na vida foi a Venezuela, foi tão ruim que tivemos que fechar o contrato com uma empresa sediada no Panamá que possuía os meios de operar dentro da Venezuela (a Venezuela também foi o único caso que tive que fazer o trabalho remotamente porque já em 2015 não dava para ir pra lá). O segundo pior lugar foi a Argentina, você tem que aumentar muito o preço porque pra mover o dinheiro de lá para o Brasil é uma quantidade absurda de impostos, é muito demorado e toda a operação é feita em Pesos, ou seja, cada dia de atraso é a inflação que come. Entretanto quando o preço é muito alto o cliente não consegue pagar logo a margem de lucro é tão baixa que quase não compensa operar na Argentina. O Brasil tem uma fama terrível entre os países de primeiro mundo que acham um absurdo ter que contratar um brasileiro (famoso despachante) para conseguir andar com a documentação (alvarás, licenças, impostos, etc). Normalmente países com bom ambiente de negócios têm regras claras, estáveis e muita informação disponível de modo que um estrangeiro consiga lidar com a papelada. Muçulmanos são folgados e abusados, pedem coisas ridículas para fechar um contrato, por exemplo, um cliente árabe exigiu que ele e a equipe dele tivessem um treinamento de 3 dias em Paris, com as despesas pagas por nós!
[AMBIENTE DE TRABALHO] Melhor ambiente de trabalho que vi até hoje foi na Europa ocidental, o pessoal trabalha de maneira eficiente e sem a loucura de muitas horas de trabalho que vi nos EUA e na Ásia. Na França e na Noruega por exemplo a cultura workaholic não é bem vista e ficar depois do horário pode significar que você não trabalhou de forma eficiente para terminar no prazo. Em países desenvolvidos o material de trabalho é abundante e acessível e você não precisa ficar mendigando para conseguir um mouse, um segundo monitor, um PC decente ou até um simples grampeador. Na Europa a hierarquia é levada a sério (nos EUA depende muito da empresa), o chefe não é seu colega de trabalho. Na Ásia a hierarquia é levada ao extremo, cada um socializa com alguém do mesmo nível, chefe e subalternos não sentam à mesma mesa no restaurante da empresa e eu era o único a dar "bom dia" pro porteiro que sempre me respondia se curvando sem me olhar. Para os asiáticos cada um faz seu trabalho e acabou, não precisa de "bom dia". No Rio de Janeiro TODOS os dias meu trabalho começava com atraso porque a equipe não chegava, a hora do almoço era de 2h e o pessoal saía mais cedo, no final reclamaram que meu workplan foi muito corrido e não deu tempo de concluir tudo. Na Alemanha TODOS os dias o trabalho começou 9h em ponto com a equipe completa e um dia um engenheiro chegou atrasado, 9:05, ele era mexicano.
[RACISMO] O ser humano tende a ser racista e vai ser sempre assim. O Brasil é (ainda) um oásis neste ponto. Quem fala que o Brasil é racista não sabe o milagre que é termos japoneses, europeus, libaneses, negros, índios e chineses convivendo e se casando sem isso ser um problema, no máximo com piada de mal gosto e preconceito social se o sujeito for pobre. Na Coréia/China/Japão eles consideram indianos e outros asiáticos do sub continente como não civilizados, nem vou comentar o que eles pensam de negros porque isso já foi bastante divulgado. Falando em negros, por mais estranho que possa parecer para alguns, os únicos no mundo que se importam com os negros são os ocidentais. Europa Leste, Ásia, Oriente Médio e os muçulmanos do norte da África estão pouco se lixando para os negros. Os Negros dos EUA são até o momento o grupo mais racista que já tive contato, fiquei alguns dias hospedado em uma vizinhança de negros em Chicago, fui xingado pra caramba na rua um dia e tratado com extrema grosseria várias vezes, até na igreja.
[TURISMO] O melhor lugar que já fiz turismo foi no Sul da França: Pirineus de um lado, Alpes do outro, Côte d'Azur embaixo, campos de lavanda e vinhedos no meio. A França é um país muito focado em turismo, os preços são claros (colocados na porta do restaurante sem nenhuma cobrança extra ou pegadinha), as igrejas não cobram pra entrar e as informações para o turista são claras e abundantes mesmo em lugares afastados. O clima é temperado e qualquer estação do ano você tem algo excelente para fazer (montanha ou praia). Com inglês e espanhol você se vira muito bem e ao contrário dos parisienses o povo é bem receptivo no interior do país. Se não quer ir tão longe um excelente destino é o Chile, dentro da América do Sul é o mais perto que se pode chegar de um país desenvolvido. Dentro do país eu recomendo Ouro Preto, é um lugar excelente e único no mundo.
[SOCIEDADE] Em geral as pessoas são muito parecidas em qualquer lugar do mundo mas se expressam de maneira diferente. Outra coisa que observei é que quem faz o país é o povo, não teve um lugar que eu estive em que o povo não refletisse o país nos mínimos detalhes, quanto mais atrasado o país menos o povo segue regras de trânsito, maior é a malandragem (das ruas e da classe média em ambiente corporativo) e sempre estão tentando tirar vantagem de você já começando no aeroporto. E finalmente : taxista é sempre uma desgraça em qualquer lugar, isso é invariável.
[PANORAMA GERAL] O Brasil é um país médio, longe de ser desenvolvido e longe de ser uma desgraça. O pior do Brasil é, de longe, a violência. Muita gente de muito talento sai do país sem querer voltar por causa da violência. Pobreza e crise econômica a gente tira de letra mas medo de morrer por causa de um celular é uma coisa fudida, seu bem maior é a vida. Por causa da fuga de cérebros para o exterior e para o interior de concursos públicos sem finalidade produtiva eu tenho perspectivas negativas para o futuro do Brasil. Entretanto o Brasil não é um país fudido, as instituições são meio vacalhadas mas em geral funcionam, existe ciência de ponta sendo feita (com muita raça) e existe no país opções de saúde que, apesar de não contemplarem toda a população com a qualidade desejável, ainda consegue fazer o mínimo. Para vocês terem uma perspectiva do que é lugar ruim, em Moçambique eu dei consultoria em uma das maiores estatais do país, reparei que os funcionários (que eram classe média local) faziam fila depois do expediente para encher garrafas de água no filtro. Depois de algumas perguntas descobri que eles estavam sem acesso à água potável. Imaginei que se isso acontecia em Maputo, capital federal que concentra boa parte da riqueza, o que seria a vida nos cantos mais esquecidos do país. Fica para você pensar : não importa aonde você esteja no Brasil, tem alguém no mundo que sonha em viver como você.
Tl;dr: baseado nos países que conheci, fiquei comparando com o Brasil e fazendo análises sem pretensão de estar certo.
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2020.07.05 17:01 kikekefas Guía para emigrar razonablemente y no morir en el intento: mi experiencia.

Hola a todos! Me estoy tomando el atrevimiento de escribir un post después de seis meses de vivir en el exterior, porque creo sentirme lo suficientemente preparado como para aconsejar por lo menos en mis primeras experiencias a quienes estén pensando hacer lo mismo.
Puedo empezar diciendo que prácticamente toda mi familia está viviendo en el exterior hace casi dos décadas, yo tomé un camino diferente y me quedé más tiempo en la Argentina, hasta que me di cuenta que la situación se estaba tornando insostenible. En ese momento tomé la decisión mental de irme, y las ganas y el estado de ánimo me acompañaron incansablemente gracias a esa decisión mental. Lo que quiero decir con ésto y mi primer comentario al respecto es: Tenés que estar seguro de que querés irte. Podés extrañar, podés sentir el desarraigo, podés sufrir algún ataque sentimentalista por estar viviendo a kilómetros de lo que fué tu hogar, pero mientras mentalmente entiendas y sientas que éste es el camino que elegiste y que es el mejor camino a tomar, no hay nada que te pueda tirar abajo.
Mi familia está bastante desperdigada por el mundo, algunos están en Argentina, otros estaban en Brasil, y la mayoría está en italia. Eso hizo que la partida sea más fácil, porque hace años que entendía que la familia ya había tomado diferentes caminos. Todo este preámbulo largo y molesto es solamente para que se entienda que hay que estar listo para ser 100% independiente a la hora de enfrentar los problemas que uno puede encontrarse, tanto sentimentales como prácticos.
Dicho esto, mi experiencia emigratoria está relacionada con Europa, de manera que sólo puedo dar mi experiencia para aquellos que están buscando emigrar hacia estos pagos. Estoy en Austria hace 6 meses, ya que conseguí laburo desde Argentina, después de unos 2 meses de búsqueda.

Lo primero y más importante que hay que tener: Ciudadanía europea.
Es imprescindible? No, pero te hace la vida muchísimo más facil en practicamente todos los sentidos. Los tramites de residencia (permanencia en un país por mas de cierta cantidad de meses) son más faciles y más baratos. Los trámites de ciudadanía europea está parados con el tema COVID en Argentina según entiendo, pero es la prioridad número uno y sería ideal avanzarla si tu trámite de ciudadanía está parada, o comenzarla si es posible. Por supuesto a la hora de conseguir trabajo es muchísimo mas fácil. Lo que me lleva al siguiente punto.

Conseguir trabajo
Es algo que puede hacerse a distancia e idealmente se puede lograr antes de emigrar. Para ello hay que tener un perfil de Linkedin saludable y en inglés, y un curriculum al estilo europeo. Es decir, sin información innecesaria y que en éstos tiempos suelen dejarse de lado, para evitar cualquier tipo de discriminación laboral (Esto lo aprendí de otro redditor que me ayudó a pulirlo un poco ante una posibilidad laboral).
Esto quiere decir: No poner edad ni fecha de nacimiento, no poner lugar de nacimiento sino ciudadanía/s, no incluir una fotografía. Todos estos ítems suelen ser evitados para evaluar al candidato de la manera mas imparcial posible.
Idealmente, no listar conocimientos irrelevantes al puesto pretendido. Si se busca trabajo en IT, no es muy necesario aclarar que se tiene licencia de conducir, o que se realizó un taller de fotografía.

Idiomas
El inglés es básico y necesario para trabajar en europa, incluso en España. Tener más idiomas hace que la vida sea mas fácil también. Yo tengo la suerte de haber mantenido bien aceitado el inglés y todo mi trabajo se hace en este idioma. Pero también sé italiano y esto me ayudó a manejarme con el alquiler, porque conseguí un departamento gracias a una familia maravillosa con la que me llevo tremendamente bien, gracias al italiano. el italiano es casi tan relevante como el inglés en esta zona, descontando por supuesto al alemán.
En la zona donde yo estoy todo el mundo habla inglés y en el único lugar donde es obligatorio hablar alemán, es en los edificios gubernamentales. Estoy hace meses aprendiendo el idioma, y es un esfuerzo muy grande pero que es muy necesario para sentirse bien insertado en la sociedad. Es importante entender qué idiomas se hablan en la zona en la que uno está interesado, para también saber hacia donde apuntar.

Costo de vida
Mi salario está justo en la "media" nacional, y les puedo asegurar que se puede vivir perfectamente con un salario asi. Restando alquiler y gastos de víveres, y hasta gastos de ocio y entretenimiento, se puede ahorrar como mínimo un 30/33% del salario. Esto no va a ser así en toda Europa, pero en general el costo de vida va muy de la mano con los ingresos en éste continente, es decir que si el destino es un país con una moneda mas barata (como la República Checa), el costo de vida será igualmente económico.
En Austria en general, la gente tiene muchas vacaciones. yo tengo 1 mes y una semana de vacaciones (o 25 días hábiles) desde el momento en que quedé efectivo en mi trabajo. Esto hace que sea muy fácil tener tiempo para ir a visitar familia, o para viajar a la Argentina ( Sobre todo porque en 2 o 3 meses se puede ahorrar lo suficiente como para pagar el pasaje). Esto ayuda mucho a no sentirse tan alejado, no estamos en el siglo XIX donde la gente no volvía jamas de los pagos que dejó. Hoy en día un vuelo low cost muy barato y con muchas escalas te deja en menos de 24 horas en Argentina.

Idiosincracia y desarraigo
Después de seis meses, creo que tengo el derecho y la experiencia suficiente como para pensar que mi actual estado de ánimo, dictará como me sentiré de acá en adelante, salvo los obvios altibajos. Tengo que decir que nunca en estos meses tuve un bajón, un desánimo, tristeza o un sentimiento de necesitar desandar mis pasos. Y conozco sobre el tema porque eso es lo que sí me pasó hace casi dos décadas, la primera vez que intenté emigrar, siendo demasiado joven y en un contexto tremendamente diferente.
La conectividad que hoy en día se puede tener con todo el mundo te permite sentirte mucho más cerca de todo y de todos de lo que realmente estás. Tengo la posibilidad de ver la TV argentina cuando se me canta (aunque no haya mucho bueno para ver), Whatsapp y Telegram para comunicarme con todos los que quiero comunicarme, Reddit para leerlos a ustedes, radios argentinas en el teléfono... A veces siento que incluso es demasiada conexión, porque es necesario conectarse con todo lo local. Pero eso también lo hago.

Esta zona de Europa es conocida en Argentina como un lugar frío, con gente poco cálida y poco cariñosa, muy diferente a lo que somos los argentinos. Yo vine preparado para encontrarme con eso, me preparé para el peor escenario posible. Lo que me encontré en realidad jamás hubiese podido imaginarlo. El lugar que alquilé por Airbnb de manera temporal terminó siendo mi alquiler no tan temporal, por los propietarios que me recibieron. Puedo decir tranquilamente que son mis amigos, porque me invitan a sus asados (Existe el asado austriaco! Pero no pretendan mucha carne de vaca :D), hacemos salidas en conjunto con la familia, compartimos charlas con algún vino de por medio y también les hice conocer el mate (Tuve que comprar un kit de mate para regalarselos, porque les gustó mucho).
Mis compañeros de la oficina son igualmente amables y con muchas ganas de compartir. Salimos a bares, hacemos escapadas en bicicleta, compartimos salidas, fútbol y otros deportes. Nunca esperé una recibimiento tan cálido de gente tan diferente.

Orden y progreso.
La sociedad austríaca acata la ley y las normas prácticamente a rajatabla. La ley es lo suficientemente ágil, honesta, eficiente y efectiva como para entender que hay que hacer las cosas bien, porque el estado hace las cosas bien. Pueden verse los impuestos en acción, y puede verse que la sociedad se comporta de una manera muy civilizada. La idea de que "mi libertad termina donde comienza la del otro" está muy presente, respecto a ruidos molestos, ensuciar la calle, levantar la caca del perro o manejar un vehículo. Para alguien que está buscando una sociedad de ése estilo, este lugar es ideal siempre y cuando se entienda que estas normas también aplican para uno mismo. No ensuciar la calle, respetar a los demas, conducir correctamente (incluidas bicicletas), no generar ruidos molestos son cosas que se deben cumplir y no solamente pretender de los demas.
La burocracia Austriaca/Alemana también parece ser proverbial por los pagos europeos. Para todo hay que sacar un permiso, y todo requiere algún tipo de habilitación. Pero ésto no quiere decir que no funcione, o que uno tenga que aguantar una eternidad y un infierno estilo Aduana Argentina para hacer algo. Los trámites son faciles, rápidos y muy eficientes. Mientras tengas todo lo necesario que se requiere para hacer el trámite que tengas que hacer (Residencia, mudanza, tarjeta de salubridad, etc), está todo bien. Todos mis trámites se hicieron siempre de manera rápida y sin ningún problema, tal vez porque en mi paranoia llevo siempre copia de todo lo necesario, formularios de más, documentación de más, etc (curado de espanto por la burocracia que ya conocemos). Esto no es así en toda Europa, pero sí aplica para Austria, Alemania, Suiza y regiones aledañas.

Espero que esto sirva de algo para quien esté con ganas de emigrar.
Por ahí sirve para organizarse un poco, quizás sirva para tener un pantallazo de lo que es la vida en éstas regiones y sea útil para tomar una decisión. También puedo dar una mano respecto a Italia, muchos familiares míos viven ahí y conozco lo suficiente como para dar algún consejo. Y si alguien tiene alguna duda o necesita una mano con algo en lo que pueda ayudar, escribanme!
Gracias por leer.
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2020.07.02 17:47 Rubens322 Libid gel Funciona mesmo? Qual é feitos posso esperar? Tem contra indicações? Revisão detalhada!

Libid gel Funciona mesmo? Qual é feitos posso esperar? Tem contra indicações? Revisão detalhada!

Dúvida libid gel realmente funciona?

A maioria dos homens supõe que a parte crucial máxima da sua moldura é o pénis. são excessivamente sensíveis aproximadamente à sua espessura e comprimento, o que tem um impacto terrível no agradável estilo de vida sexual. no entanto, muitos homens já não compreendem o preceito de que o comprimento não importa. quando o seu pénis nem sempre é de comprimento comum, que é de 15-17 cm, podem estar à procura de formas de alterar esta situação. por essa razão, existem muitas formas de prolongar e engrossar eficazmente esta parte crítica do corpo masculino. pode escolher entre estratégias cirúrgicas invasivas ou o uso de Libid Gel que se baseia principalmente em ingredientes naturais.

Conteúdo

1 O comprimento importa?
2 Libid gel - composição natural e vegetal
3 Libid gel - efeito de aumento do pénis
4 Libid gel - avaliações de patronos e onde obtê-lo

O tamanho depende?

O comprimento do pénis, que agora não se enquadra na média, testado através de profissionais regularmente, tornar-se-á um motivo de frustração e tensão robusta. que se deve geralmente a uma deterioração importante da excepcional existência erótica. Um pénis demasiado pequeno limita realmente as oportunidades do homem. ele é obrigado a algumas posições que não são constantemente agradáveis, e isto pode frustrar o seu companheiro. Em situações graves, esta é mesmo a razão de uma ruptura em muitas relações. Um homem sonha em ser um grande amante, consequentemente aparece um produto seguro, de modo a levar este sonho mais perto de muitos homens. isto é Libid gel, permitindo-lhe crescer o comprimento do pénis, mas adicionalmente embelezar a eletricidade da ereção. assegurará um aumento considerável da libido e um prazer extraordinário de sexo.

Libid gel - composição natural e vegetal

a base para o poderoso movimento de cada tipo de produto é uma composição meticulosamente decidida, que é libertada de substâncias venenosas. consequentemente, pode ser utilizada sem o perigo de efeitos indesejáveis. Em Libid gel existem ingredientes herbais mais úteis, extractos de vegetação, que têm sido utilizados em remédio natural juntamente com:
Extracto de raiz de matzo - é de longe uma planta que vem do Sul dos EUA. Afeta especificamente a eficácia e aumentará a escolha sexual. O motivo é o elevado teor de proteínas assimiláveis sem dificuldade, que é fornecido ao nosso corpo juntamente com aminoácidos, incluindo a arginina. é a distância de quilômetros concebida para ajustar o desvio adequado do sangue para os órgãos genitais, o que aumenta o fornecimento de sangue ao pénis e melhora a ereção. da mesma forma, a raiz de maca aumenta drasticamente a fertilidade, aumenta a quantidade e qualidade do esperma e no mesmo tempo aumenta a motilidade do esperma.
Above-floor mace - Na natureza pode ser encontrada em muitos continentes. é de longe mais usada na Europa para melhorar graus de libido. é de longe devido ao potencial de crescimento de gamas de testosterona desprendida através da estimulação direta da hipófise e testículos. terá mesmo um efeito de alta qualidade na ereção através do relaxamento fácil dos tecidos musculares dentro do pénis. Isto explica até o sangue extra para o fazer circular.
Extracto de guaraná - é milhas e substância valiosa utilizada em numerosos tratamentos de emagrecimento. Além disso, tem um impacto brilhante na eficácia e no desenvolvimento geral no âmbito da alta qualidade da vida sexual. O guaraná é acima de tudo uma fonte rica de cafeína, que estimula o dispositivo assustado. Livra-se imediatamente dos sinais e sintomas de fadiga corporal, reforça a potência e adiciona pressão sexual ou de existência real.
Extracto de Epimedium - é uma planta que é um afrodisíaco herbáceo. Os seus efeitos podem ser em comparação com os bem conhecidos comprimidos azuis de eficácia. Praticamente aumentará a libido, a vontade de ter relações sexuais e os prazeres que dela advêm.
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Libid gel - efeito de expansão do pénis

uma composição tão complicada, que se caracteriza por Libid gel mostra a melhor eficácia dentro do tratamento do problema exigente. Se pensarmos no software preciso de acordo com as sugestões do distribuidor, somos capazes de esperar resultados fantásticos. Esfregue-o no pénis duas vezes à tarde, juntamente com o período completo do pénis, a partir do eixo através da cabeça. O período mínimo e endossado de tratamento é de um mês. mas, toda a eficácia de todo o remédio pode ser alcançada através da sua continuação durante os próximos três meses. o uso regular tem muitas bênçãos, por mais importantes que sejam as mais importantes:

Expressivo alargamento do membro. - os resultados primários do software são substanciais após duas semanas. Após este período, o seu período aumenta mesmo em 2 cm e dentro do 2d mês com a ajuda de quatro-cinco cm.
maior sensação de sensações sexuais. - isto é devido a uma melhor entrega de sangue ao pénis. é muito mais sensível ao toque. maior comprimento e espessura também acentuam o prazer do associado.
Aumentar o comprimento e reforçar a profundidade das ereções, mantendo a aptidão corporal e a aptidão física necessárias em casos positivos, e pela duração da duração do sexo.
ejaculação extra. - é de longe possível através de uma maior produção de esperma, o que adicionalmente tem um efeito vantajoso na fertilidade.
prazer extra de estilos de vida eróticos, auto-confiança e bem-vindos. há também um crescimento constante em , o que se deve às oportunidades extra de satisfazer agora não só a si próprio, mas especificamente ao nosso companheiro.

Libid gel - revisões de clientes e onde obtê-lo

O gel também deve ser ingerido na Polónia. por esta razão, ganhou agora reputação e desejo extra entre os compradores. Ao oferecer, recebe avaliações bem merecidas e favoráveis dos utilizadores. Libid gel tem merecido popularidade pelo seu brilho. é de longe evidenciado principalmente pelas opiniões que podem ser estudadas em muitos quadros e websites. os rapazes são normalmente obcecados por ele.

"uma pessoa não tem preocupações piores nos seus estilos de vida do que um pénis que é demasiado pequeno.

eu estava completamente bloqueado de me aproximar, senti uma tensão que poderia não ser capaz de satisfazer a minha amiga mulher. Ela transformou-se em muito conhecimento, mas mesmo isto não se tornou suficiente para restaurar os membros da nossa família. Foi por isso que comprei Libid gel e, após algumas semanas, senti uma mudança. Agora vou ter sexo durante algumas horas e alcançar o pleno prazer sexual tal como a minha mulher" - Marcin, quarenta e dois anos de antiguidade.
os especialistas, que estão cada vez mais dispostos a prescrever a preparação, também falam-me de forma comparável aproximadamente Libid gel. pode ser comprado no website do fabricante, pelo que dá uma garantia e certeza de 100% da taxa mais baixa e do recebimento da melhor e idêntica formação única. O custo de 1 pacote é de quarenta e nove euros. A encomenda é descoberta de forma explícita e o gel é despachado ao cliente numa embalagem discreta e discreta.
#libidgel #libidgelfunciona
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2020.06.19 20:36 Lorenzo_Milera Entrevista a Noam Chomsky

Entrevista a Noam Chomsky
Esta es la transcripción de mi entrevista a Noam Chomsky. Tuvo lugar en su despacho en Tucson, en la Universidad de Arizona, el 18 de febrero de 2020. La entrevista original en inglés está aquí.

Tenía curiosidad por saber más sobre su relación con los anarquistas españoles. Le oí contar que cuando era joven conoció a algunos.
A finales de los años treinta, principios de los cuarenta.
¿Entonces fue después de acabada la Guerra Civil?
Fue después de que se aplastara la revolución y mucha gente huyera del país. Creo que unos 40.000 fueron a México. No sé cuántos vinieron aquí. ¿Conoces Nueva York?
No mucho.
Hoy en día está muy gentrificado y fino, pero por entonces había muchos barrios pobres. La zona al sur de la Calle 42, hacia la Cuarta Avenida, era bastante sórdida. Había muchas librerías pequeñas, y algunas las llevaban europeos exiliados. Unos cuantos eran españoles, varios de los cuales venían de comunidades anarquistas en España. Y una de las organizaciones anarquistas más importantes, Freie Arbeiter Stimme, tenía su sede por esa zona. Yo vivía en Filadelfia, que está a unos 120 km de Nueva York, pero se podía ir en tren. De niño pasaba el rato allí, hablando con ellos, cogía panfletos, me contaban historias… Años después, cuando empecé a escribir sobre ello, pude usar documentos de primera mano que por entonces no estaban disponibles públicamente. Muchos ya lo están. Así es como me inicié en el tema.
Tengo entendido que su tío le influyó mucho. Contaba usted historias del quiosco que tenía…
Mi tío era discapacitado, y durante la Depresión, los discapacitados podían obtener algunos privilegios especiales gracias a las medidas del New Deal. Consiguió un quiosco, que se convirtió en un lugar bastante radical, un punto de encuentro para los expatriados que se reunían allí para hablar. De pequeño los escuchaba y me divertía repartiendo periódicos.
Entonces, ¿conoció a algunos anarquistas españoles y le hablaron de la situación en España?
Contaban sus experiencias. Como te puedes imaginar, estaban encantados de hablar con un chaval que mostraba interés. Me enseñaban libros y panfletos. Muchos de ellos en español o en francés.
Le pregunté acerca de esto en uno de mis correos, porque me interesa el hecho de que usted hable tan a menudo sobre lo que fuera de España se llama la Revolución Española, mientras que en España no se trata este tema. Es algo que no se enseña.
La revolución propiamente dicha acabó alrededor del 19 de mayo de 1938. Después de esa fecha, las tropas mayormente comunistas arrasaron Aragón y destruyeron todos los colectivos. Era el Partido Comunista el que lideraba la contrarrevolución. No querían saber nada de esto. El libro de Orwell, Homenaje a Cataluña, es interesante pero en él dice que no sabía mucho de España. Orwell, que estaba en el POUM, una especie de rama de milicias trotskistas, era bastante hostil a los anarquistas, pero dijo que no podía evitar sentir admiración por lo que estaban haciendo. No le gustaban ideológicamente.
Creo que Orwell era más hostil al Partido Comunista.
Era muy hostil al Partido Comunista porque podía ver cómo las tropas comunistas llegaban y destrozaban todo en Barcelona durante los sucesos de mayo. Formaba parte de lo que básicamente eran las tropas de la República, y describe en su libro a estos combatientes: rifles viejos, ropas raídas… Y de repente llegan estos guardias de asalto, con sus uniformes y armas modernas. Y son el ejército comunista. Llegan y se cargan todo. Es algo que ya casi nadie recuerda.
Eso es lo que me más me interesa, porque yo aprendí esto no en la enseñanza pública, sino leyendo a Orwell y a usted.
Un par de años después de que muriera Franco, cuando, en teoría, había vuelto la democracia, di unas charlas en Barcelona. Mencioné algunas cosas que supuse que todo el mundo sabría. Los únicos que sabían a qué me refería eran los de mi edad. Me pasó lo mismo después en Oviedo. Allí hubo revueltas muy importantes en 1934. Los obreros y campesinos tomaron el ayuntamiento y establecieron una especie de república democrática. Se destruyó por la fuerza. Fue un acontecimiento enorme pero, salvo los más mayores, nadie lo sabía. Me encontré lo mismo en Grecia cuando fui a dar charlas después de que cayera la dictadura. Fui allí unos diez años después y hablé de la revolución en Grecia. Es algo que ha caído por completo en el olvido. En EEUU, las cosas no son muy distintas. Aquí imparto clases a estudiantes universitarios. No saben nada de historia americana. Saben lo que se espera de ellos que sepan. Incluso en la historia de la esclavitud, un tema en que los expertos han ahondado, están apareciendo muchas cosas nuevas. Era mucho peor de lo que se creía. No habíamos mirado donde había que mirar. Es increíble. Pasa incluso en la ciencia: hay un artículo interesante que acaba de publicarse en una revista científica acerca de los orígenes genéticos del ser humano, un ámbito que se ha estudiado en profundidad. Pero señalan que casi todos los estudios han sido de hombres blancos. Nadie se molestaba en mirar en África, y cuando miras en África obtienes toda clase de información diferente. Al fin y al cabo, provenimos de allí.
Cambiando de tema, tengo entendido que apoya la candidatura de Bernie Sanders. Quería saber si tiene alguna crítica sobre su trayectoria política o su campaña actual.
Sus opiniones políticas y las mías son distintas, pero no es de extrañar. Creo que Sanders es un hombre decente y honrado. No es socialista en ningún sentido tradicional del término, sino más bien un liberal al estilo del New Deal. En mi opinión, es así como debería describirse. En Europa le llamarían socialdemócrata, pero EEUU es un país de locos. Este es el único país que conozco en el que la palabra socialista es una palabrota. En el resto del mundo es algo normal. Ser socialista es como ser demócrata o republicano. Pero aquí está contaminada por toneladas de propaganda, de manera que evoca los gulags, las purgas de Stalin… y, por supuesto, la palabra “comunista” no puede ni pronunciarse. En la mayor parte del mundo, cuando alguien es miembro del partido comunista, no pasa nada. Es un partido más. Pero aquí es algo innombrable. Así que creo que habría que preguntarse si fue una buena decisión táctica usar ese término. En cualquier otro país sería completamente normal, pero aquí no.
Él insiste en describirse como un socialista democrático.
Viene a ser un demócrata del New Deal. De hecho, si te fijas, sus políticas no habrían sorprendido mucho a Eisenhower. El país se ha ido tanto hacia la derecha que algunas cosas que le habrían parecido normales a un presidente republicano conservador ahora se consideran descabelladas. En realidad, no es el país el que se ha desplazado a la derecha, sino más bien la clase dirigente. No es lo mismo.
Pero parece que la mayor parte de la gente lo ha aceptado.
Conocen las palabras, pero... Es interesante ver lo que pasa cuando preguntas a la gente que se identifica como muy conservadores: a favor de un gobierno limitado, de valores tradicionales, etc. Cuando les preguntas su opinión sobre temas concretos, descubres que son casi socialdemócratas. Por ejemplo, puede que digan que no debería haber un gobierno y que deberíamos tener valores tradiciones y esas cosas, pero si les preguntas “¿Cree que el gobierno debería financiar la sanidad?” Sí. “¿Debería financiar la educación?” Sí. “¿Las infraestructuras?” Por supuesto. Pero no queremos gobierno. Cuando preguntas a la gente sobre las asistencias sociales, la gente las odia. Reagan las demonizó. Se imaginan las ayudas sociales como una mujer negra rica que llega en una limusina y les roba el sueldo. Pero si les preguntas “¿Cree que el gobierno debería aportar fondos para las mujeres con hijos dependientes?” Sí. “¿Y para los discapacitados?” Claro que sí. Pero nada de asistencia social.
Casi parece que la mayor parte del país es partidaria de Bernie Sanders sin saberlo.
Están a favor de sus políticas, pero en el momento en que se le etiqueta como socialista, sus apoyos caen.
Entonces, ¿cree usted que es un problema de imagen?
Es un problema de propaganda. Este es un país en el que la propaganda está muy enraizada. Pero si te fijas en las opiniones, están muy a la izquierda de las palabras. Es un lugar muy extraño. Por ejemplo, Pew Research, una de las instituciones que estudian la opinión pública más importantes, acaba de publicar un estudio muy interesante. Son bastante fiables. Escogieron unas treinta fuentes de noticias: TV, radio, prensa escrita, blogs. Y preguntaron a la gente “¿Cuáles conoce y considera fiables?”. Y dividieron los resultados entre demócratas y republicanos. Entre los republicanos, casi los únicos que conocen y consideran fiables son Fox News, Rush Limbaugh y Breitbart. Lo que están recibiendo es una visión del mundo…
Sí, es de locos.
Hay algunos estudios que clasifican a los partidos políticos del mundo de izquierda a derecha, en función de sus posturas sobre cuestiones diversas. El Partido Republicano está junto a los partidos neofascistas en Europa. Está en el extremo. El Partido Demócrata está más o menos en el centro.
Creo que en España la gente no aceptaría a candidatos como Michelle Bachman o Rick Santorum… Políticos que aquí se consideran normales. Creo que en Europa no se les aceptaría.
Mira lo que ha pasado en los últimos 15 años o así en las primarias del Partido Republicano. Cada año alguien salía del voto popular, como Michelle Bachman, Rick Santorum o Herman Cain. Los candidatos que elegía la base electoral eran tan demenciales que el establishment (los banqueros, abogados y demás) se quiso deshacer de ellos. Y acabaron con ellos. La diferencia es que en 2016 no lo consiguieron. Pero Trump se parece mucho a gente como Bachman y otros que provenían de la base electoral. Y esa es la gente que escucha a Rush Limbaugh y compañía. ¿Qué esperas que crean?
Quería preguntarle sobre literatura. ¿Qué obras literarias le influyeron más en su infancia y adolescencia?
De pequeño iba a la biblioteca pública, volvía a casa con veinte libros, me sentaba en una esquina y los leía. De todo tipo. Sobre todo literatura del siglo XIX. Mucha literatura rusa.
¿No hay ningún autor en particular que le venga a la memoria?
Claro, hay autores a los que recuerdo leer muchas veces. O libros que leí varias veces, como Los hermanos Karamazov, de Dostoievski. Debí leerlo tres o cuatro veces. Guerra y Paz…
¿Consideró en algún momento de su vida dedicarse a la política?
No [se ríe]. Para empezar, sería inconcebible que me eligieran para nada. Pero además no se me daría nada bien. No tengo talento para esas cosas. A modo de ejemplo, en el departamento de Lingüística en el MIT se elegía a una persona para que lo dirigiera, y es un cargo que circulaba entre el profesorado: alguien lo dirige durante un par de años, luego se elige a otro… Yo era el único al que nunca dejaron que lo llevara, porque sabían que haría un destrozo.
En una entrevista reciente le preguntaron acerca de la libertad intelectual en las universidades, y en su respuesta mencionó de pasada que no hay apenas profesores marxistas en las universidades americanas. Quería saber si le importaría desarrollar esa cuestión.
Fíjate en los departamentos de economía de las universidades y mira si es posible encontrar a algún profesor marxista. Los hay en cualquier otro país. Paul Sweezy, un economista marxista de renombre, nunca pudo encontrar trabajo. Hay un profesor marxista de economía muy bueno en la Chico State University de California. Hay un par de personas aquí y allá, pero a lo que se le llama izquierda aquí son sobre todo posmodernos… que, en mi opinión, no tienen nada de izquierda. Solo son gente que emplea términos de la izquierda.
Mencionó en una entrevista que se considera a sí mismo conservador en algunos ámbitos. ¿A qué se refería?
No me refería a los conservadores de hoy en día, sino al conservadurismo tradicional, que es básicamente lo mismo que el liberalismo clásico. Creo que el anarquismo moderno se puede entender como el desarrollo natural de algunas ideas del liberalismo clásico que se vinieron abajo con el capitalismo. No podían existir bajo el capitalismo. Por ejemplo, fíjate en John Stuart Mill. Pensaba que lo natural para cualquier empresa era que estuviese dirigida por asociaciones de trabajadores. Eso es liberalismo clásico. Y también es anarquismo.
Se nos enseñaba sobre Stuart Mill como un liberal clásico, no como un precursor del anarquismo.
Esas eran sus creencias. Te enseñaron acerca de la libertad de expresión, la libertad… lo cual es correcto. Pero, ¿qué significa libertad? Según se interpreta aquí, en EEUU, por libertad se entiende la libertad para acumular riquezas sin restricciones. Eso no es lo que significaba antes. De hecho, si te fijas en toda la tradición, empezando por la Antigua Roma y Cicerón cuando hablaba sobre los gobiernos, hasta mediados del siglo XIX, la idea de tener un trabajo y depender de otro se consideraba que era, en esencia, lo mismo que la esclavitud. No fue hasta el comienzo de la revolución industrial cuando empezaron a hacerse esfuerzos por sacarle a la gente esa idea de la cabeza. Los movimientos obreros a finales del XIX en la zona este de Massachusetts consideraban que el trabajo asalariado se diferenciaba de la esclavitud sólo en que era temporal. Eso opinaban personas como Abraham Lincoln, uno de los últimos liberales clásicos. Es más, era un lema del Partido Republicano. Los cambios en la conciencia de la gente a raíz de la imposición del capitalismo son enormes. Pero son dos mil años de historia. Es cierto que eran sociedades esclavistas, pero los ciudadanos libres no deberían depender de nadie.
Nunca deja de sorprenderme cómo la derecha económica usa la palabra “libertad” como si les perteneciera ideológicamente.
Es la libertad para acumular riquezas, no la libertad para que un individuo no dependa de otros. Si te paras a pensar en lo que llamamos aceptar un empleo, significa someterse al poder de un modo que va más allá de cualquier estado totalitario. Stalin no le decía a la gente cuándo podía ir al baño, o con quién podía hablar. Y sin embargo eso lo hacen todas las empresas. Son entidades totalitarias que reciben un fuerte apoyo de los “libertarios”, que creen que son maravillosas porque el gobierno no interfiere con su derecho para gestionar y controlar. De hecho, si te fijas en cómo piensan los “libertarios” (lo que se entiende por libertarios en EEUU), es muy chocante. Mira lo que decían los gurús como Von Mises, Hayek… Pensaban que el poder del Estado tenía que usarse de forma violenta para reprimir a los sindicatos y la socialdemocracia. Todos apoyaban a Pinochet. Von Mises, que era algo más mayor, apoyaba el fascismo, porque liberaba a las sociedades de las interferencias con el mercado. Como los sindicatos de trabajadores, que interfieren con el mercado al proteger los derechos laborales. Eso no está bien, así que cuando llegan las tropas fascistas y se los cargan, mucho mejor. Y a eso se le llama libertario en EEUU.
Así es como se usa ese término hoy en día.
Así se usa hoy. Es algo muy extraño. El caso más llamativo es el de Pinochet en Chile. Lo llevaban los Chicago Boys, estudiantes de Milton Friedman. Friedman, Hayek y otros fueron allí de visita y para supervisar, y les pareció maravilloso. De hecho, Hayek, un gran pensador, pasó un tiempo en el Chile de Pinochet y dijo que no había nadie allí que no pensara que había más libertad con Pinochet que con Allende. Eso es lo que se entiende por libertario.
Eso me recuerda a La Doctrina del Shock, de Naomi Klein. ¿Lo ha leído?
Creo que es un buen libro, pero tiene un fallo. Tiene razón en que el capitalismo se aprovecha de los desastres con el fin de maximizar el beneficio, pero lo que no dice es que hace lo mismo cuando no hay desastres. Dicho de otra manera, usan cualquier circunstancia para maximizar los beneficios. Es cierto que hay cosas que se pueden hacer cuando la sociedad está en shock que no se pueden hacer en otro momento… Pero es un buen libro.
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2020.06.14 05:36 wotuso Sonhos diferentes se anulam - A eterna vontade de ser quem não se é

Estava pelo YouTube e esbarrei no show de uma banda Argentina no Lolla deles do ano passado, os caras fazem um som bem Kitsch anos 80, que eu amo, e comecei a ver naqueles músicos quem eu sempre quis ser mas por N motivos não caminhei a ser.
Sou um cara tímido, classe média, padrãozinho de quem viraria nerd estudante de alguma engenharia e viveria uma vida normal, se formar, ser empregado de alguém, etc. Algumas coisas dessas se encaixam, acabei fazendo engenharia, acabei vivendo menos aventuras do que gostaria, acabei sim me jogando numa rotina de poucas transgressões e muito desperdício de juventude, mas sempre me pego pensando nas coisas que eu amo fazer escondido, que eu idealizo e não dou um passo sequer pra tornar real.
Por exemplo, amo cantar, muito mesmo, é talvez a única coisa que me dá autoestima. Já cantei para amigos, levo idas ao karaokê como algo sério e tenho ali a unica pitadinha de "ser um artista" que eu sinto que posso ter. Mas é uma coisa íntima, pouca gente que eu conheço viu, quem viu gostou, mas é aquela coisa, eu canto o que gosto e ninguém cola num projeto desse estilo, então fica por isso mesmo. Não queria viver disso nem nada, mas a sensação de poder me apresentar nem que seja pra 20 pessoas que curtiriam uma noite comigo enquanto eu posso cantar músicas que eu gosto é algo que eu idealizo de formas surrealmente mágicas.
Também sonho em morar fora, sonho em viver numa grande cidade da parte Sul da Europa, onde se tem a explosão cultural mas sem que se perca o calor humano. Arranjei um emprego pra encurtar o caminho até isso e sim, talvez eu idealize demais, mas algo dentro de mim diz que dando esse reset eu não vou sentir mais vergonha de ser quem eu queria ser, não vou deixar de cantar, participar das empreitadas que me der na telha ou de expressar coisas em casa que eu, mesmo que ninguém me oprima, quero expressar. O pior é que estou ganhando até bem pra alguém sem curso superior completo, trabalhando remoto, e sendo muito pragmático, eu poderia ir embora agora mesmo, mas talvez o medo me prenda, a instabilidade me faz esperar por ter mais uma grana guardada pra ir com segurança, enfim, mais um pra lista do "poderia fazer agora, procastino mesmo sendo um grande sonho".
O interessante é que todas essas coisas fizeram os seus rasantes no céu da minha história. Tive amizades com pessoas que viviam como eu queria, e isso me doía, pude por breves momentos, viajar para lugares incríveis graças ao esforço de minha mãe (que me criou sem meu pai), viagens essas que me fizeram ter um gostinho de liberdade e efervescência cultural surreais, de conhecer coisas novas, explorar entranhas e curiosidades de cidades que sempre quis visitar. Assim como dizem ser com o uso periódico de drogas, é a sensação de picos de prazer imensos para só então voltar à rotina e perceber que eu só vivia o que achava interessante em situações extremamente pontuais, o que cada vez mais eu percebo ser insustentável.
A vida como uma festa para a qual você não foi convidado.
Também é interessante perceber como a variedade de interesses pode nos trair. À primeira vista, nos sentimos ecléticos, multiculturais, por nos interessarmos muito por diversos tipos de assuntos, formas de arte e tópicos que renderiam muito com pessoas especificamente estranhas mas talvez não tanto com a maioria delas. Mas como ela nos trai? Nos trai a partir do momento que percebemos que o interesse não é infinito, ele se divide, e com muitas aspirações, temos consequentemente, pouco interesse para cada uma delas, o que nos deixa novamente na estaca zero. Ter uma vocação é lindo, sim, mas como encontrar uma vocação quando tudo parece tão interessante ao ponto de nada ser tão interessante assim?
Como diria Síndrome em Os Incríveis: No dia que todos forem super, ninguém mais vai ser.
Pelo menos de faculdade já vou trocar (ou pelo menos ia se não fosse a pandemia), por um dos interesses que talvez seja um dos que mais se destaque. De algum ponto tem que começar, em algum momento eu preciso parar de viver pelo que eu acho que não vão me reprovar e viver pelo o que eu acho que eu mesmo irei me aprovar.
Não sei o que exatamente pretendia com esse desabafo aqui, talvez o fato de não conversar com absolutamente ninguém sobre nada nos últimos meses e raramente fazê-lo nos últimos anos. Mas realmente me peguei pensando porque que a gente acha um estilo de vida incrível, que em tese, só depende da gente pra acontecer, mas ainda assim consegue ser o completo oposto, consegue ter uma vida totalmente contrária a o que a gente idealiza, mesmo tendo todos os recursos para viver uma outra história.
Quando Hobbes disse que o homem era o lobo do homem, esqueceu de dizer que os dois homens são a mesma pessoa.
Se algum amigo meu usar esse /r e ler, vai reconhecer minha história (não que eu tenha muitos).
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2020.05.08 05:41 alejandrohnovoa Lectura en la era digital

Lectura en la era digital
Todo en esta vida evoluciona, la lectura y los libros no son la excepción. Hoy en día nos parece súper común leer en nuestros celulares, tablets, computadoras, etc. Sin embargo, este formato no es “muy” nuevo. Todo empezó en 1972 con el Proyecto Gutenberg, su creador es Michael Hart y buscaba distribuir gratuitamente obras por la vía digital.

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Tras este antecedente, surgió en 1995 Amazon –pero no el Amazon que conocemos hoy en día donde puedes pedir cualquier tipo de producto—, nació como una librería con tan sólo diez trabajadores: todos sus pedidos eran por Internet. Con el paso del tiempo la plataforma comenzó a extenderse por Europa a la par de ir ampliando su catálogo de productos: música, DVD, videojuegos y más.

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El éxito que tuvo (y tiene) la compañía se encuentra en el fundamento de su servicio: el precio no es lo más importante a la hora de vender, el comprador se fija en el valor añadido: el servicio que ellos brindan es lo que se le añade al precio.

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A la par que Amazon iba creciendo, surgieron otras librerías que copiaron este formato en línea: Fnac, Cdiscount y BOL.f. Cabe mencionar que el gran dominio de Amazon afectó a las pequeñas librerías, y al más puro estilo del capitalismo salvaje las obligó a desaparecer o a adaptarse y crearon su propio sitio web, pero siempre bajo la sombra del gigante.
Con la era digital, la gente empezó a leer en un formato diferente; así fue como nacieron los e-book. En sus inicios este formato sólo aplicaba para computadoras, sin embargo, y ante la dinámica de vida tan acelerada que llevamos, se crearon lectores especiales. Distintas compañías y marcas sacaron su prototipo, pero el que más éxito tuvo fue el Kindle.

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El invento de los e-books tuvo éxito gracias a su innovación y a todos esos “plus” que aplica a la lectura tradicional: conocer el significado de palabras, crear notas, la portabilidad, además de el gran almacenamiento que te permite llevar miles de títulos en un solo aparato.
https://www.youtube.com/watch?v=7MeRvhpp3eg
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2020.03.05 19:21 GranerosdeJose Isaiah the Prophet of Salvation - Part 3: Rebellious and Inaccurate Children, Dr. Stephen Jones

https://josemariaarmesto.blogspot.com/2020/03/isaias-profeta-de-la-salvacion-parte-3.html
05-03-2020
Isaías 1: 3 dice:
3 "Un buey conoce a su dueño, y un asno el pesebre de su amo, pero Israel no sabe, mi pueblo no entiende".
Dios llamó a Israel "Mi hijo primogénito", pero Israel pronto dejó de reconocer a su Padre. Israel se había vuelto senil antes de su tiempo. El problema era que Israel se había negado a reconocer que eran "una nación bajo Dios". Habiendo desplazado a Dios de Su trono, se erigieron como la máxima autoridad en la Tierra y fueron gobernados por las tradiciones de los hombres.
Hijos incorregibles
Isaías 1: 4 nos da el lamento del profeta,
4 ¡Ay, nación pecaminosa, gente cargada de iniquidad, descendientes de malhechores, hijos que actúan corruptamente! Han abandonado a Yahweh, han despreciado al Santo de Israel, se han alejado de Él.
Los de Israel pasaron de ser hijos de Dios a ser "descendientes de malhechores". Los hijos naturales no pueden cambiar a sus padres, pero los hijos espirituales pueden cambiar fácilmente sus padres, porque es un cambio legal, no biológico. La misma Ley por la cual estos hijos de Dios se convirtieron en hijos de malhechores tiene el poder de convertirlos nuevamente en hijos de Dios.
Isaías 1: 5-6 dice:
5 ¿Para qué os castigaré aún, si continuaréis en vuestra rebelión? Toda la cabeza está enferma, y todo el corazón doliente, 6 desde la planta del pie hasta la cabeza, no hay nada sano, solo heridas, moretones y podrida llaga, no se han apretado ni vendado, ni se suavizaron con aceite.
El profeta dice que Dios ya los había disciplinado tanto que Su hijo estaba lleno de moretones, heridas y llagas podridas desde la cabeza hasta los pies; sin embargo, ninguna cantidad de disciplina podía volver sus corazones. Dios había llevado a Israel a seis cautividades distintas antes de la época de la monarquía de Israel, y en los días de Isaías los asirios pronto vendrían a llevarlos a un largo cautiverio de yugo de hierro.
No habían cambiado mucho desde los días de Moisés, cuando la gente quiso apedrearlo. Como todas las medidas disciplinarias anteriores no habían producido arrepentimiento, excepto en el Remanente, se acercaba el momento de hacer cumplir la Ley del Hijo Obstinado. Deuteronomio 21: 18-21 dice:
18 Si algún hombre tiene un hijo rebelde y contumaz (terco) que no obedece a su padre ni a su madre, y cuando lo castigan, ni siquiera los escucha, 19 entonces su padre y su madre lo agarrarán y lo llevarán a los ancianos de la ciudad, a las puertas de su ciudad natal. 20 Dirán a los ancianos de su ciudad: "Este hijo nuestro es terco y rebelde, no nos obedece, es un glotón y un borracho". 21 Entonces todos los hombres de su ciudad lo apedrearán hasta la muerte; entonces quitarás el mal de en medio de ti, y todo Israel oirá de él y temerá.
Esta es una de las Leyes por las cuales Dios dio muerte a la nación de Israel. La muerte nacional no significó que todos los individuos fueron muertos, sino que la entidad nacional había sido destruida. En otras palabras, la nación de Israel dejó de existir. La gente fue deportada a Asiria, donde un gran grupo se estableció en la tierra de Gamir y era conocida como Gamira, un nombre derivado de Gomer, la esposa de Oseas, que era un tipo de Israel. Gomer, a su vez, era la antigua ortografía de Omri, el rey de Israel cuyo hijo fue Acab.
Dos siglos después, Asiria cayó ante Babilonia, y muchos de estos Gamira (también llamados khumri, es decir, los celtas) emigraron a Europa. Con el paso del tiempo, formaron muchas naciones diferentes, pero Dios no permitió que ninguno de ellos tomara el nombre de Israel. Por lo tanto, Israel como nación estaba muerta, después de haber sido apedreada por una rebelión persistentemente obstinada.
El Estado moderno llamado Israel es un estado judío, no una nación israelita. Dios les permitió tomar el nombre de Israel por otras razones que cubrí a fondo en mi libro, La Lucha por el Derecho de Nacimiento. El Estado Israelí moderno no es lo que la mayoría de los cristianos piensan que es, pero ciertamente está en el Plan Divino. Al comprender la Ley Divina, podemos ver su propósito claramente.
El remanente sobreviviente
Isaías 1: 8-9 dice:
8 La hija de Sion queda como un refugio en un viñedo, como la cabaña de un vigilante en un melonar, como una ciudad sitiada. 9 A menos que Yahweh de los ejércitos hubiera hecho que nos quedaran unos pocos sobrevivientes [sariyd], seríamos como Sodoma, semejantes a Gomorra.
Isaías pinta una escena de aislamiento como una pequeña fortaleza en medio de un asedio. En otras palabras, solo quedaban unas pocas personas, en este caso, un Remanente justo, en una nación llena de iniquidad. El profeta los llama "sobrevivientes", usando la palabra sariyd. Esta es similar a shear, "remanente", excepto que sariyd representa a algunos sobrevivientes que llegan como refugiados después de una masacre.
El profeta luego compara a Israel con Sodoma y Gomorra, no solo en carácter moral sino también en lo que respecta al juicio divino. Él dice que la única razón por la que Israel no fue tratada como Sodoma y Gomorra (es decir, destruida por completo, para nunca volver a levantarse) es porque "Yahweh hubiera hecho que nos quedaran unos pocos sobrevivientes".
En otras palabras, la presencia del Remanente detuvo la mano de Dios, mientras que en el caso de Sodoma y Gomorra, Dios retiró a Lot y a su familia de la ciudad para poder destruirla. El ángel le dijo a Lot en Génesis 19: 20-24:
20 Ahora he aquí, esta ciudad está lo suficientemente cerca como para huir, y es pequeña. Por favor, déjame escapar allí (¿no es pequeña?) para que mi vida pueda salvarse … 22 Date prisa, escapa allí, porque no puedo hacer nada hasta que llegues allí. Por lo tanto, el nombre de la ciudad se llamaba Zoar ["pequeño, diminuto, insignificante"]. 23 El sol había salido sobre la tierra cuando Lot llegó a Zoar. 24 Entonces Yahweh hizo llover desde el cielo azufre y fuego de Yahweh sobre Sodoma y Gomorra.
Lot era el "Remanente" en su tiempo. Su presencia preservó a Sodoma y Gomorra durante el tiempo que permaneció allí. Pero llegó el día en que Dios lo removió para que el juicio pudiera venir sobre estas ciudades malvadas.
En el caso de Israel, la nación era tan malvada como Sodoma y Gomorra. También estaba siendo preservada mientras hubo un remanente justo en la Tierra. Como veremos más adelante, Isaías tuvo un hijo llamado She-ar jashub, "el remanente volverá".
Parece que el hijo de Isaías sirvió como un tipo profético del Remanente que se retira de Israel para permitir que los asirios destruyan la nación. Es por eso que Isaías y sus hijos estaban en Jerusalén, la capital de Judá. Sin embargo, cuando Isaías escribió el primer capítulo de su libro, parece que vivía en Israel y se sentía aislado en un mar de maldad. Por esta razón, escribía como si el Remanente todavía estuviera presente en Israel, evitando la destrucción final de la nación. La implicación es que una vez que Isaías y sus hijos se mudaron de Israel a Judá, se les dio la señal a los asirios para que destruyeran la nación.
Israel se convierte en Sodoma
Isaías 1: 10 dice:
10 Escuchad la palabra de Yahweh, gobernantes de Sodoma; prestad atención a las instrucciones de nuestro Dios, pueblo de Gomorra.
La gente y sus líderes eran sin Ley (inicuos, anárquicos). En particular, la historia en Génesis 19 muestra que Sodoma y Gomorra eran conocidas por su tolerancia al estilo de vida homosexual. De hecho, este es el pecado particular que confirmó la maldad de la ciudad cuando los dos ángeles llegaron a investigar (Génesis 19: 5-8). Tal inmoralidad se había convertido en una forma de vida aceptada en Sodoma. También con Israel, Isaías 3: 9 dice: “exhiben su pecado como Sodoma; ni siquiera lo ocultan". En otras palabras, las relaciones homosexuales habían sido legalizadas y habían salido "del armario". Israel había rechazado la Ley de Dios, en particular, Levítico 20: 13,
13 Si hay un hombre que tuviere ayuntamiento con hombre como los que se ayuntan con mujer, ambos han cometido un acto abominable; seguramente ambos serán ejecutados. Su culpa de sangre será sobre ellos.
Es de destacar el hecho de que Sodoma y Gomorra no habían recibido la Ley de Dios, ya que sus ciudadanos no estuvieron presentes en el monte Horeb para escuchar la Ley. No obstante, fueron considerados responsables por su violación de la Ley, tal vez porque el comportamiento homosexual no es "natural". Pablo usó este argumento en Romanos 1:20, aplicándolo en parte al comportamiento homosexual en Romanos 1: 26-27,
26 Por esta razón, Dios los entregó a pasiones degradantes; porque sus mujeres intercambiaron la función natural por lo que no es natural, 27 y de la misma manera también los hombres abandonaron la función natural de la mujer y ardieron en deseos entre sí, hombres con hombres cometiendo actos indecentes y recibiendo en sus propias personas la debida recompensa de su error.
Desde la perspectiva de Dios, una vez que los hombres comenzaron a adorar a las criaturas en lugar del Creador, rápidamente degeneraron en inmoralidad e hicieron cosas que la naturaleza misma muestra como "antinaturales". Finalmente, "Dios los entregó a una mente depravada para hacer cosas que no eran apropiadas" (Romanos 1: 28).
Hay quienes sostienen que solo los israelitas son responsables de guardar la Ley de Dios, ya que ellos fueron los que recibieron la Ley en el monte Horeb. Los judíos de hoy afirman que a los no judíos solo se les dieron las llamadas "Leyes de Noé" de Génesis 9: 1-7. Sin embargo, estas "Leyes de Noé" no dicen nada sobre el comportamiento homosexual, por lo que si este hubiera sido el único estándar dado para los no judíos, ¿cómo podría Dios responsabilizar a Sodoma y Gomorra?
Dios responsabilizó a Sodoma y Gomorra por su maldad (es decir, violación de Su Ley). Ese ejemplo prueba de manera concluyente que la Ley no solo fue dada para judíos o israelitas sino para todos los hombres. Es el estándar justo que refleja la naturaleza de Dios mismo, y por lo tanto refleja lo que toda la humanidad será en la Restauración de Todas las Cosas.
También debo agregar que, en lo que respecta a la aplicación terrenal de la Ley, la Ley no juzga la homosexualidad en sí misma, sino solo los actos homosexuales. La Ley es débil porque no puede juzgar los delitos de pensamiento. La Ley regula únicamente el comportamiento, ya que carece de la capacidad de cambiar el corazón, es decir, la naturaleza de uno. Solo el Espíritu Santo puede cambiar el corazón de uno, por lo que un homosexual cristiano debe apelar al Espíritu Santo para que cambié su corazón y, mientras tanto, abstenerse de actos abiertos que violen la Ley y la naturaleza de Dios. Si alguien se ofende por esto, tenga en cuenta que mi comisión es enseñar la Palabra de Dios, no reinterpretarla para adaptarla a la visión de la moral del mundo.
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2019.12.24 03:29 gamerbike Pasos a seguir para irse a estudiar al extranjero. Ayuda

Hola chile, se que esta comunidad es bien internacional con muchos chilenos estudiando o viviendo en el extranjero. Así que me pareció un buen lugar para hacer estas preguntas.
Soy un ingeniero civil industrial de una universidad "tradicional" que lleva trabajando 1.5 años. He ahorrado mis morlacos viviendo con mis padres y siendo muy frugal con la meta de irme a estudiar afuera. Ahora me encuentro en la etapa de investigar y ver cuales son mis siguientes pasos, así que les pido si tienen una guía o tips de como llegar a esa meta. A priori me interesaría hacer el típico MBA, pero no me cierro a otros programas si es que ofrecen alguna ventaja (como por ejemplo financiamiento).
Primero, donde buscar los programas?, me inclino por estudiar en Europa ya que me gustaría aprender otro idioma aparte del ingles. He visto páginas que como que agregan los distintos magister pero no dan toda la información. Me intriga saber el costo de la matricula, por ejemplo.
Que tan real es la idea de poder estudiar gratis en europa ? he hablado con algunos amigos europeos y ellos dicen que si es posible, pero por lo que yo entiendo si no eres parte de la unión europea las matriculas pueden llegar a costar sobre 20K EUR al año.
El proceso de postulacion es lo que más me da miedo, aquí cuales son las cosas que debería fijarme ? se que posiblemente tenga que preparar un test estilo GMAT y alguno de ingles IELTS/TOEFL. Muchos documentos ? plazos difíciles ? me imagino que lo que hay que hacer es postular a varias alternativas para asegurarse de quedar en alguna.
Lo siguiente seria ver si hay becas que puedan suplir en algunos costos de vida o de matricula. tienen alguna experiencia con esto ? Tal vez información relevante seria que me interesaría poder quedarme y trabajar allá después de graduarme.
Los países que me tincan serian los Suecia, Finlandia, Dinamarca, Alemania, Belgica, Polonia, los Balticos, Austria.
Tienen algun estimado de cuanto podria llegar a costar este proyecto ? Toda experiencia es bien recibida. Les agradezco desde ya.
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2019.12.13 01:57 SunTzuManyPuppies História: Como fui pra Alemanha aos 17 anos, algumas histórias da minha vida lá, e como me infiltrei no backstage de um festival de metal.

Esses dias fiz uma thread contando de quando comi pizza com o Motorhead. O post teve uma boa recepção, então resolvi escrever a história de quando me infiltrei no backstage de um festival na Alemanha. Só que detalhei demais, e acabou ficando mais um relato geral da minha experiência na Alemanha e uns contos que ocorreram por lá, e MUITO mais longo que o esperado! Se quiserem pular, a parte do festival está mais ou menos na metade.

Eu sempre tive dificuldade com os estudos. Reprovei a sexta série, e cada série seguinte foi uma tortura, passando de ano em ano sempre no limiar da esperança. Não é que eu era burro (não muito, pelo menos), inclusive sempre li muito, e tinha um conhecimento geral relativamente bom. Estudei meus primeiros anos em escola bilingue, e aos 3 anos eu lia fluentemente em português e inglês. Minha mãe achava que eu seria um prodígio, coitada... A questão é que eu não prestava atenção. Não suportava ficar parado numa sala de aula, me distraía com qualquer coisa. Eu simplesmente não escutava. Somando o fato de eu ser naturalmente preguiçoso, isso me rendeu muitos problemas durante o tempo de escola. Ironicamente, com 27 anos fui diagnosticado com déficit de atenção e hiperatividade, o que explicou muita coisa.
Quando terminei o segundo ano do ensino médio, falei pra minha mãe que não iria fazer o terceirão. “Ok”, ela disse. Ela sempre foi uma pessoa não convencial, e considerava todo o sistema escolar “bullshit”, nas palavras dela. Então decidimos juntos que eu iria passar um tempo na Alemanha, na casa de amigos da nossa família que estavam dispostos a me receber e me sustentar por lá. Tipo um intercâmbio mesmo. Eles tinham um filho da minha idade chamado Danny.
Meu pai, que Deus o tenha, fez um empréstimo e comprou minha passagem com volta pra Dezembro, e lá vou eu, em Fevereiro, sem falar um cu de alemão pra uma cidade de 100.000 habitantes chamada Cottbus, a 30km da Polônia – onde quase ninguém fala inglês, nem a maioria dos jovens. Suponho que seja algo cultural, por ter sido parte da Alemanha Oriental? Não sei. Sei que isso atrapalhou muito minha adaptação. Cheguei lá com 17 anos recém-completados.
Me matriculei numa escola pública, a mesma que o Danny estudava, o que não sei se fez muito sentido já que eu não falava a língua, mas parecia ser a coisa certa a fazer. Eu não pretendia passar o ano coçando o saco.
O ensino médio alemão é parecido com o americano, onde os alunos escolhem as matérias que vão cursar. Não lembro se haviam matérias obrigatórias, talvez educação física? Mas das que eram escolhidas, duas delas tinham que ser nível avançado, que tinham mais aulas por semana. Eu lembro de ter pego geografia, biologia, música, inglês, informática... e não lembro o resto, sei que ignorei matemática, física e química completamente. E pra matéria avançada escolhi inglês, já que era a aula que eu passaria mais tempo dentro da escola, pelo menos poderia me comunicar. E nas outras matérias não havia chance de treinar o alemão. Eles me liberaram da outra avançada devido à barreira idiomática.
Já ouviu aquela história de alemão ser frio? Pois é. E eu achava que curitibanos eram frios. Sempre fui meio extrovertido, tentava conversar com os outros estudantes, mas todos eram absolutamente indiferentes em relação a mim.
Isso contrastava muito com as escolas no Brasil, que quando eventualmente vinha um aluno de outro país, ele era assediado por todos. Por sorte o Danny me apresentou aos amigos dele e, se não fosse por isso, imagino que teria dificuldade em fazer amizades.
Inclusive uma vez, o único “metaleiro” da escola colocou um anúncio no quadro procurando um guitarrista pra banda dele, com um número de telefone. Nessa época eu já havia abandonado o “estilo” metal, mas comecei na guitarra aos 11 anos e, modéstia à parte, tocava bem pra caralho, e até então já tinha tido várias bandas. Pedi pro Danny ligar pra mim e o cara marcou um ensaio, mas quando ele descobriu que era comigo, ele cancelou. Sem nunca ter trocado uma palavra comigo. #xateado. Eventualmente montei uma bandinha lá, e tocamos em algumas festas.
Educação física era futebol o ano inteiro. Na minha primeira aula eu já havia sido apresentado como brasileiro. Os capitães que escolhiam os times chegaram a discutir pra ver qual time teria o brasileiro. Fui o primeiro a ser escolhido, e cara ficou felizaço que eu ia jogar no time dele. Se fudeu, sempre fui um pereba de marca maior, e a frustração na cara do capitão era visível. A partir desse dia, sempre fui escolhido por último.
Falando em amizades, na minha primeira semana lá, o Danny me chamou pra escalar. Eu topei, claro, e ele disse que o tio dele iria nos buscar. Maravilha. Daqui a pouco chega um jovem com cabelo espetado e cara de bebê, entra na casa direto, me cumprimenta e começa a fazer café da manhã pra ele. Imaginei que fosse um amigo do Danny, e perguntei que horas o tio dele chegaria. “Esse é meu tio”. O cara tinha 19 anos, um ano a mais que o sobrinho. Ele se chamava Sascha, e era um dos poucos (além do Danny) que falava inglês fluente. E ali foi o começo da maior amizade que já tive até hoje. O Sascha se tornou um irmão pra mim, e depois que voltei pro Brasil, ele veio me visitar praticamente todo ano, ficando sempre pelo menos um mês na minha casa. Anos mais tarde chegamos a morar juntos em Berlim por um tempo.
Então, o Danny e o Sascha decidiram fazer uma festa de boas vindas pra mim. A filha do Sascha havia nascido no dia que cheguei, e a então namorada e filha dele ainda estavam no hospital. A festa seria no apartamento do Sascha. Eu tinha 17 anos, já tinha bebido, já tinha ficado bêbado... mas nunca havia bebido como um alemão. Os caras são selvagens no que diz respeito a álcool. Só lembro de poucos flashs dessa noite, mas me recordo de ter acordado vomitado dentro do berço da filha recém-nascida do cara. O início de uma bela amizade.
O Danny estava fazendo auto escola. Alguns dias antes do teste dele, um amigo nosso, Martin, passou lá na casa com o carro do pai dele, um Civic, e nos levou pra um estacionamento vazio pro Danny praticar. Isso devia ser umas 10 e meia da noite. Ficamos uns quinze minutos ali rodando o estacionamento, quando o Martin perguntou se eu queria dar umas voltas também. Meu pai me ensinou a dirigir aos 14 anos, então falei que sim! Sentei no banco do motorista, apertei o cinto e acelerei por não mais que 5 metros, quando surgem dois carros de polícia. Nos param e mandam sair do carro. Menor de idade e sem carteira... fazem teste do bafômetro em mim, e nos deixam um tempão esperando enquanto falam no rádio. Meus amigos tentaram argumentar, mas os caras só ficavam mais putos. Eventualmente nos levaram pra casa na viatura, e pegaram os dados do meu passaporte.
Alguns dias depois chega uma carta do juiz falando que o que fiz foi gravíssimo e absolutamente inaceitável, e que eu corria risco de ser deportado. Na carta, ele pediu pra eu enviar a minha versão dos fatos, então foi o que eu fiz. Contei exatamente o que aconteceu, embelezando um pouco os fatos (“no Brasil não temos carros como na Alemanha, e meu sonho era dirigir um carro alemão”). Duas tensas semanas depois, recebo a resposta do juiz. “O susto foi punição suficiente. Não dirija novamente sem carteira”. Já o Martin levou uma multa nervosa.
Depois de alguns meses lá, recebo uma ligação da minha mãe. Meu pai sofreu um ataque cardíaco (o terceiro dele), e provavelmente não sobreviveria. Foda. O seguro pagou minha passagem de volta, e dois dias depois de eu voltar ele faleceu. Infelizmente não cheguei nem a falar com ele, pois estava sob sedativo. Depois disso fiquei mais três semanas com minha família, mas decidimos que era melhor eu voltar pra Alemanha enquanto eles se reerguiam aqui, além de ser um gasto a menos pra eles. Voltar pra Europa não foi fácil, cheguei a ter algumas crises de depressão e atravessar esse período de luto longe da família foi bem difícil. Pelo menos já havia feito algumas boas amizades por lá que me ajudaram durante esse momento.
Estava chegando o verão e a temporada de festivais. Não tinha companhia pra ir comigo, então decidi ir sozinho pra um festival no sul da Alemanha, quase na fronteira com a Áustria, chamado Earthshaker Fest. Iriam tocar, entre outras bandas, Motorhead, Sepultura, Kreator, UDO, Sabaton, Testament... Vi onde iria ser o festival e comprei um bilhete de trem pra cidade mais perto, que se não me engano era Kreuth. Comprei barraca, saco de dormir, e fui completamente na louca, falando mal e porcamente alemão, sem Google Maps e sem planejar nada.
Desembarquei em Kreuth (que ainda era longe do local do evento) e comecei a mostrar o panfleto do festival pra pessoas aleatórias na rua, e ninguém sabia nada. Chegou a bater um mini desespero, mas daí perguntei pra um senhor de bicicleta; ele deu um sorrisão e exclamou “JA, JA! Komm mit, komm mit! Follow! Follow!” e saiu pedalando, e tive que ir correndo atrás da bicicleta dele enquanto ele gritava “Follow! Follow!”. Depois de uns 10 minutos correndo, chegamos numa estação de ônibus. Ele me apontou um ônibus “This! Last stop!”. Eu agradeci, e embarquei no ônibus.
Depois de uma hora e meia de viagem mais ou menos, o ônibus já estava vazio. O motorista para num cruzamento no meio do nada com lugar nenhum e manda eu descer. “Letzter Halt!”, última parada. Obedeci, e o ônibus foi embora. Era uma encruzilhada, e não tinha uma alma viva ali perto. “Fodeu”, eu pensei, mas daí vi um carro estacionado bem longe, e fui até ele. Quando cheguei perto, vi que o banco de trás estava cheio de material de acampamento, e os caras estavam claramente indo pro festival. Ufa, pelo menos estou no caminho certo. Pedi uma carona, mas já sabia que não ia dar porque o carro estava cheio. Pelo menos eles me apontaram pra onde ir. “12km praquela direção”. Bom, é melhor eu começar a andar então...
Fui andando na beira da estradinha, que estava vazia. Quando eventualmente passava um carro eu levantava o dedão pedindo carona, mas não tive sucesso. Depois de uns 10 minutos caminhando, já tinha me conformado que teria que andar os 12km, quando ouço uma música vindo de longe. Olho pra trás, e é uma van vermelha tocando metal no último volume vindo na minha direção. Pensei “é agora ou nunca” e estendi o dedão. Os caras passam por mim e param uns 30 metros adiante.
Da van pula um alemão gritando, vestindo só um chapéu de bombeiro, colete de couro e um kilt, além de um copo de cerveja em cada mão. O som tava rolando alto, nem perguntei pra onde eles estavam indo, só entrei na van onde tinha mais 3 caras além do motorista, e TRÊS BARRIS DE CERVEJA. DOS GRANDES. Eles estavam eufóricos, rindo, berrando, falando comigo em alemão, e eu falei “WAIT, WAIT! Please, english only! I’m from Brazil”. Daí que os caras surtaram de vez “YEAAAH BRAZILLL, SEPULTURAA, FUCK YEAAAH” e fui alegremente bebendo na van até o festival.
Chegando lá, armei minha barraca do lado do acampamento deles e passamos boa parte do tempo juntos. O clima da área do camping era animal, muita gente se divertindo, bebendo, curtindo... aquela frieza típica dos alemães não existia lá. Chegamos um dia antes do festival começar, então os shows começariam só no dia seguinte.
O clima de camaradagem entre completos desconhecidos era algo que eu nunca havia visto. Uma hora eu estava andando pelo camping e tinha um cara sentado numa mesa do lado de um trailer. Ele me chama pra tomar uma cerveja ali com ele. Peguei uma garrafa que estava num cooler na mesa e disse “muito legal tua estrutura aqui”, e ele respondeu “não é meu!” Perguntei de quem é. “Não faço idéia!” Na mesma hora chega com um sorrisão no rosto o dono do trailer, um gordo barbudo cabeludo de 1,9m de altura. Ele se senta na mesa e distribui mais cerveja pra todo mundo, e ficamos um tempão ali enchendo a cara.
Inclusive não gosto muito desse negócio de síndrome de vira-lata, mas a diferença entre festivais do Brasil e de lá é brutal. Não é nem questão de estrutura, mas de energia mesmo. O último que fui aqui no Brazil, o Zoombie Ritual em 2013, porra, tinha uma galera escrota pra caralho, um cara chegou a puxar briga comigo por causa de barraca, me estressei bastante. Totalmente diferente. Enfim...
No festival encontrei dois brasileiros, um era representante da Roadie Crew e o outro acho que era do Whiplash, os dois estavam cobrindo o festival. Minha primeira noite de acampamento foi uma merda, dormi mal pra caralho, muito barulho e muita zona. Então combinei com o cara da Roadie Crew de pagar uma quantia pra ele e dormir no chão do quarto de hotel que ele tava, que era bem pertinho. Então a barraca ficou só de QG durante o dia no festival, e à noite tomava banho e dormia no hotel.
O legal desses festivais é que várias bandas fazem sessão de autógrafos, então aproveitei pra pegar autógrafos das bandas que curtia. E com absolutamente todas, eu chegava pra alguém “ei, vamo ali no bar tomar uma cerveja?”, e todas recusavam. Até que fui pegar o autógrafo de uma banda inglesa de prog metal relativamente desconhecida (que eu curtia pra caralho) chamada Threshold. O vocalista original tinha acabado de sair da banda, e quem estava cobrindo pra ele era um cara chamado Damian Wilson. Eu já conhecia o trabalho do Damian, ele fazia o vocal das músicas do Rick Wakeman (tecladista do Yes), Alan Wakeman, e fez também um personagem no que considero um dos melhores discos já gravados, “Into The Electric Castle”, do Ayreon.
Falei pra ele “bora tomar uma cerveja ali no bar?” e ele topou na hora, pulou por cima da mesa e fomos. Tomamos um chopp e ficamos batendo papo, mas chegava muita gente falar com ele. Ele disse “vamos no restaurante das bandas lá atrás que é mais tranquilo”, e eu respondi que não tinha acesso àquela área. O cara imediatamente tira a credencial de banda dele e coloca no meu pescoço. “Pode deixar que eu dou um jeito de pular ali por trás”.
CA-RA-LHO. Bom, tomara que essa merda dê certo. Passei tranquilo pela segurança, que viu a credencial. ACESSO TOTAL. Encontrei de novo o Damian ali atrás, e era mais ou menos hora do almoço do último dia do festival. Ele me pergunta se eu estou com fome. Tava morrendo de fome, e comendo mal pra caralho desde que cheguei. “Só um pouquinho”. Entramos no restaurante das bandas, e vários músicos estavam lá. Muitos eu não conhecia, mas que eu reconheci era o Paulo Junior do Sepultura, e o Mike Terrana do Masterplan.
Fui levado até a mesa da banda do Damian, onde ele me apresentou pra cada um da banda e me fez sentar ali. Peguntou “você come carne?” eu disse que sim, e lá foi ele fazer um prato de pedreiro pra mim no buffet. Enquanto almoçava fiquei conversando com os músicos, todos absurdamente simpáticos, e tirando a barriga da miséria. As mesas eram todas muito juntas, e daqui a pouco chega o Dani Filth pra almoçar, e senta exatamente do meu lado. Ele estava com “meia” fantasia pro show que ainda iria fazer, sem a maquiagem, mas com as calças do capeta. Eu até curto um pouco de Cradle of Filth, mas não conheço quase nada. Virei pra ele e falei “parabéns pelo álbum novo” (nem tinha ouvido na verdade). O cara foi um lorde gentleman, extremamente simpático, agradeceu e ficou um tempão falando sobre como o álbum foi escrito.
Dali a pouco o Damian diz “você gosta de Within Tempation? Vem aqui, deixa eu te apresentar eles”, e me levou até o camarim dos caras. Infelizmente só estava o guitarrista lá, e os dois ficaram conversando e eu fiquei boiando.
Não lembro exatamente como, mas acabamos nos separando. E eu fiquei com a credencial dele. “Bom, vou aproveitar né”. Andei por tudo lá atrás, cruzava com o pessoal das bandas, mas tentava não chamar muito a atenção. Encontrei meu amigo da Roadie Crew lá atrás “como que vc entrou aqui???” Contatos, meu amigo... na hora do Motorhead, entrei pelo backstage e assisti sentado no palco, de trás, quase do lado da bateria. No meio do show, resolvi ir ali no chiqueirinho dos fotógrafos, na frente do palco, tirar umas fotos. Vários fotógrafos profissionais com câmeras gigantes, e eu com a minha camerazinha mais barata do mundo. Nesse momento quase deu merda: eu ainda estava com a pulseira de “plebeu”, de público normal. Um segurança agarrou meu braço, e eu imediatamente mostrei a credencial! O cara largou, mas ficou cabreiro, e eu saí logo dali.
O Motorhead foi a última banda a tocar. infelizmente só consegui a credencial no último dia, mas deu pra aproveitar o festival bem pra caralho do início ao fim e fechando com chave de ouro. Só com muita sorte pra ter outra oportunidade dessas.
No fim, adiei minha volta pro Brasil pra algumas semanas depois desse evento por conta da minha família. Mas olha, esse final de semana me abençoou num dos períodos mais difíceis que já passei.
Alguns anos depois, num show do Iron Maiden em Curitiba, encontrei o cara do Whiplash que conheci lá no festival. A primeira coisa que ele me disse: “CARA, o Damian Wilson tava louco atrás de vc!!! Ele se ferrou porque não conseguia ir em lugar nenhum sem a credencial!” Ops...
Um tempo depois contatei o Damian pelo Facebook, com a foto da tal credencial e pedindo desculpas. Ele nem se lembrava mais, achou engraçado, e me chamou pra tomar um pint quando eu estiver em Londres.
Na foto, a credencial e alguns dos autógrafos que peguei durante o evento. Desculpem se enrolei demais e fugi do tema, mas acabei me empolgando.
Qualquer hora conto a história de como enchi a cara com o Edguy, mas daí sem incluir a minha história de vida.

https://imgur.com/a/19VyNWP
https://i.imgur.com/kMHIDEq.jpg
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2019.11.21 02:18 Nemerle12 PARCIAL 1

MI FILOSOFIA DE LA VIDA

Durante mi vida eh observado el desarrollo de las personas, ya que carece de valores en el mundo que vivimos, son muy pocos lo que tratan de ejercer la filosofia en trayecto de la vida personal

FILOSOFÍA MODERNA

Es la etapa de la filosofía que aparece tras el Renacimiento y abarca los siglos XVII y XVIII. Las escuelas y movimientos filosóficos más importantes de esta época son el racionalismo, el empirismo y la ilustración. La culminación de la filosofía moderna es la filosofía de Inmanuel Kant. Aunque los filósofos modernos no han descuidado las cuestiones ontológicas, su preocupación más importante se refiere al problema del conocimiento, en particular, lo relativo al origen, límites y legitimación del conocimiento. Destaca también en esta época la reflexión sobre el sujeto, tanto del sujeto de conocimiento como del sujeto moral, por lo que sus aportaciones han tenido especial relevancia para el desarrollo de la psicología. Los tres grandes modelos filosóficos del pensamiento moderno van a ofrecer el marco conceptual más básico para importantes paradigmas de la psicología científica del siglo XX: el racionalismo estará a la base de la psicología cognitiva, el empirismo del conductismo y la filosofía kantiana del constructivismo.

Empirismo ingles:

El empirismo es una doctrina filosófica que se desarrollo en los siglos XVII y XVIII, esta considera a la experiencia como única fuente válida del conocimiento en el contacto de los sentidos con las cosas. Son los sentidos los que, al ponerse en contacto con las cosas capturan las formas con que las cosa impresionan, formas que juzgándola por el lado del objeto, son las de su existencia, por el lado del sujeto, las impresiones son el material que es transmitido hasta los centros superiores donde se convierten no solo en percepciones, sino en ideas generales o conceptos.
CARACTERÍSTICAS DEL EMPIRISMO INGLÉS La necesidad de iniciar la filosofía por la teoría del conocimiento radica en la esencia misma del idealismo. La actitud prudente se revela en que, antes de dar un paso, se examinan las posibilidades de darlo, los peligros que se pueden correr, las maneras de evitar esos peligros. Y esto se puede concretar en los términos estrictos: De que una teoría del conocimiento debe preceder, en el idealismo, a toda posición con respecto al ser, al pensar y a la existencia.en si los empiristas se caracterizaban porque hacen de la experiencia la fuente, criterio de validez y límite del conocimiento y Su ideal de método es el método inductivo.
Sostiene una concepción cartesiana de las ideas. Para él las ideas son una copia o representación de algo en la mente, e identifica el significado de las ideas con la imagen mental que representa al objeto de referencia.Locke plantea el problema de las ideas como psicológico, identifica como ideas tanto los conceptos mentales como las vivencias psicológicas y los datos sensibles en cuanto conocidos.

RACIONALISMO

Es el movimiento filosófico que se inicia en la Europa continental en el siglo XVII reivindicando la primacía de la razón para alcanzar la verdad. Este movimiento filosófico impregnará toda la filosofía moderna y contemporánea desde la aspiración por comprender el mundo a través de un conjunto de leyes. A partir de ciertos principios innatos de la razón, el ser humano puede enfrentarse al entendimiento y dominio de la naturaleza construyendo el saber desde regularidades matemáticas. El racionalismo nos presenta una derivada ética de primera magnitud al afrontar cuestiones como la posibilidad del carácter innato de las ideas morales o la evidencia de los principios de la religión, lo que hace innecesario el designio divino de la revelación, como sucede en el deísmo.

MÉTODO CARTESIANO

La primera ventaja que nos proporciona el método es, según Descartes, que evitar el error. Pero, además de proporcionarnos un conjunto de reglas o procedimientos para deducir lo que ya conocemos, puede aplicarse a cualquier nuevo campo del saber, de modo que el método permitirá que aumentamos nuestros conocimientos y descubrimos nuevas verdades.
PRIMERA REGLA: EVIDENCIA
Descartes es un precursor del método basado en la evidencia. Sólo acepta como verdadero lo evidente. Pero ¿Qué es evidente? La evidencia se produce sólo en la intuición , es decir, en un acto puramente racional por lo que nuestra mente capta o «voz» (voz intelectualmente, no por los ojos) de modo inmediato y simple una idea.
SEGUNDA REGLA: ANÁLISIS
Cualquier problema que tengamos que estudiar no es más que un conjunto vertebrado de ideas complejas. Analizar consiste -dice Descartes – en descomponer lo complejo en sus elementos más simples, elementos éstos que podrán ser susceptibles de ser intuidos como ideas claras y distintas, esto es: evidentes.
TERCERA REGLA: SÍNTESIS
Una vez que hemos llegado a los elementos simples de un problema hay que reconstruirlo en toda su complejidad, deduciendo todas las ideas y consecuencias que se derivan de aquellos principios primeros absolutamente ciertos. La síntesis es un proceso ordenado de deducción, en el que unas ideas se encadenan con otros necesariamente.

DESCARTES

René Descartes (o Renato). Filósofo, matemático, físico y fisiólogo francés, considerado como el padre de la filosofía moderna, así como uno de los nombres más destacados de la revolución científica. Formuló el célebre cogito ergo sum, elemento esencial del racionalismo occidental.
En física está considerado como el creador del mecanicismo, y en matemáticas, de la Geometría Analítica. No obstante parte de sus teorías han sido rebatidas, teoría del animal-máquina, o incluso abandonadas - teoría de los vórtices. Su pensamiento pudo aproximarse a la pintura de Poussinpor su estilo claro y ordenado.
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2019.11.03 19:36 HillyPoya Pregunta seria: cuál parte de día de muertos viene de los tiempos prehispánicos?

Siendo extranjero de un país no católico en mis primeros encuentros con el Día de Muertos lo vi como algo muy exótico, diferente a lo que había conocido antes y como algo verdaderamente Azteca. Pero como alguien con mucho interés en historia y antropología he intentado leer todo que puedo sobre el tema y con lo más que leo lo más que me parece equivalente exacto a los costumbres católicos de Todos los Santos.
El festival de Mictlantecuhtli duró todo un mes y involucra conceptos de fertilidad, dieron ofrendas a los dioses como mariposas hechos de amaranto. Es un poco difícil encontrar información en el internet de como lo celebraron, pero por ejemplo el concepto de una "tumba" y especialmente de tumbas familiares era algo extranjero a los aztecas, no usaban lápidas sepulcras, les dirían a los muertos el equipaje que necesitaron para la vida siguiente, pero sus cuerpos eran ofrendas para Tlaltecuhtli. Así que todos los costumbres de ir al camposanto son costumbres católicos que todavía puedes encontrar por países como Italia, España y Portugal. El uso del cempasúchil (aunque sí era sagrada para los Aztecas) es muy parecido a los usos de flores en Todos los Santos en Europa. Las Calaveritas llegaron desde Italia (el mundo prehispánico ni siquiera tuvo azúcar). Pan de muerto es de Europa porque no tuvieron trigo en México antes de la conquista, y su simbolismo es igual que Pão de Deus de Portugal, Soul Cakes de Inglaterra, y hasta que en italia todavía hacen "pane dei morti". La Calavera Catrina es un dibujo político de 1910 y su iconografía es un muy buen ejemplo de un "momento mori", un estilo de arte de Europa, nunca he visto un ejemplo de la Catrina que lleva la piel desollada de un sacrificio. En ciertas partes de Italia incluso sigue la costumrbe de hacer ofrendas para los caídos, ofrendas rodeadas por flores, fotografías de sus seres queridos y sus comidas favoritas.
También en las Filipinas tienen su versión de Todos los Santos (se llama Undás) que es igual que en México, y no puedo creer que eso es por influencia prehispánica, sino influencia colonial de los Españoles y sus costumbres católicos.
Que no me entienden mal, todavía lo veo como un costumbre chingón, todavía es patrimonio mundial y algo de que deben tener mucho orgullo. Pero me gustaría si alguien me podría explicar porque se ve tan conectado con la cultura de los Mexica?
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2019.10.23 06:00 LamTheCarMan Biografía de Diego Rivera

Diego Rivera era un pintor mexicano del siglo veinte. Era un parte del movimiento muralista. Rivera nació en el ocho de diciembre, 1886 en Guanajuato, México. Tenía un hermano mellizo, pero él murió cuando él tiene dos años. Sus padres eran profesores. Su madre se llamaba Maria del Pilar Barrientos y ella era indígena y europea. Su padre se llamaba Don Diego de Rivera y él era europea. Los dos de sus padres eran mexicanos. Rivera tenía hermana también; ella nació en 1891 y se llamaba Maria. Cuando Rivera tenía tres años, él empezó a dibujar. En 1898 Rivera comenzó a estudiar en la Academia de San Carlos en la ciudad de México. En la Academia, él aprendía técnicas tradicionales de arte. Después de él se graduó de la Academia, recibió una beca del gobernador de Veracruz para estudiar el arte en la Europa. Primera, Rivera estudió en Madrid. Allí estudiaba con el pintor realista Eduardo Chicharro Aguera. Durante su tiempo en Madrid, Rivera creaba cuadros realistas como La noche de Avila de 1907. En 1909, fue a París. Allí, conoció a Angelina Beloff, una pintora rusa. Ella era la primera esposa de Rivera. En 1910, Rivera regresó a México; la Revolución Mexicana estaba empezando cuando él fue a allí. Sin embargo, él no se quedó en México, y fue a París en 1911. Entonces, él conoció a artistas como Pablo Picasso que influyeron Rivera, y él empezaba a tener un estilo cubista en su obra. Un ejemplo de su arte cubista es Retrato del escultor Oscar Miestchaninoff de 1913. En 1916, el hijo de Rivera y Beloff, se llamaba Diego, nació. Desafortunadamente, él murió en 1917. En 1919, la hija de Rivera y una mujer se llamaba Marevna Vorobev, se llamaba Marika, nació. Entonces, en 1921, Rivera dejó Beloff, Marevna, y su hija en la Europa y regresó a México. Después de una pelea con miembros del movimiento cubista y después de eventos políticos como la Revolución Mexicana y la Revolución Rusa, Rivera empezó a dejar cubismo por un estilo mas realista. En 1920, Rivera fue a la Italia. En Italia, Rivera estaba inspirado de los frescos que veía allí. En 1922, después de él regresó a México, Rivera hizo su primera mural, La Creación en la Escuela Nacional Preparatoria. En ese año, él se juntó el Partido Comunista Mexicano y también ese año el se casó Guadalupe Marin. En 1924, Lupe, la hija de Rivera y Marin, nació. En los años veinte y treinta, Rivera pintó muchos murales que muestran la cultura mexicana y los campesinos y las indígenas de México. Muchas veces Rivera pintaba escenas de la historia de México en sus obras también. Unos ejemplos incluyen Festival de las Flores de 1925, Baile en Tehuantepec de 1928 y Zapata, líder agrario y de 1931. En 1928, Rivera se divorció de su esposa. En 1929, Rivera se casó con la comunista y pintora Frida Kahlo. Ese año, el Partido Comunist Mexicano lo expulsó porque él colaboraba con el gobierno de México. En 1930, Rivera se fue de México por los Estados Unidos con su esposa para pintar murales en San Francisco. Un mural que Rivera hizo, se llama Alegoría de California, era para el club de la Bolsa de San Francisco. También, pintó un gran mural para la Escuela de Bellas Artes de California, que ahora se llama Instituto de Arte de San Francisco. Su tercera mural que pintó en San Francisco era Unión de la expresión artística del norte y sur de este continente. Los tres murales estaban terminados en 1931. Después de su viaje a San Francisco, Rivera y Kahlo regresaron a México por menos de un año y entonces fueron a Detroit en los Estados Unidos. En 1932, Rivera creó murales para la Sociedad de Fundadores del Instituto de Artes de Detroit. El mural se llama Industria de Detroit. En el marzo de 1933, Rivera y Kahlo llegaron a Nueva York porque él iba a pintar un mural para el Centro Rockefeller. El mural, Hombre en el cruce de caminos, tenía un retrato de Vladimir Lenin, que a la familia de Rockefeller no le gusta. Cuando Rivera no quiso a quitarlo, el proyecto fue terminado y el mural fue destruido. Después de este desastre, Rivera y Kahlo regresaron a México, donde él podía reproducir el mural que el Centro Rockefeller destruyó en el Palacio de Bellas Artes. En 1934 Rivera fue a los Estados Unidos para pintar muchos murales por la Exposición Internacional Golden Gate. Entonces, él hizo muchos mas murales en México entre de los años treinta y los años cincuenta. En 1954, su esposa, Frida Kahlo, murió. El próximo año, él se casó su tercera esposa, Emma Hurtado. En 1957, Diego Rivera murió. La obra de Diego Rivera podía mostrar los temas de la vida de los campesinos y de historia. Los murales de Diego Rivera inspiraron a Theodore Roosevelt, el Presidente de los Estados Unidos, a crear el Proyecto de Arte Federal, porque a Roosevelt le gusta cómo la gente podía mirar mas arte en público en vez de en una galería. La obra de Diego Rivera podía llegar a gente analfabeto. Generalmente, mas gente que nunca podía mirar el arte porque Rivera hizo el arte libre por todos.
Biography.com Editors. “Diego Rivera Biography.” The Biography.com Website, A&E Networks Television, 28 Apr. 2017, www.biography.com/people/diego-rivera-9459446.
“Cronología.” Museum of Modern Art, Museum of Modern Art, 2011, www.moma.org/interactives/exhibitions/2011/rivera/es/chronology.php.
“Diego Rivera.” PBS, Public Broadcasting Service, 26 Aug. 2006, www.pbs.org/wnet/americanmasters/diego-rivera-about-the-artist/64/.
“Diego Rivera Biography.” DiegoRivera.org, 2010, www.diegorivera.org/biography.jsp. “Mural Timeline.” Diego Rivera Mural Project, Diego Rivera Mural Project, 18 Oct. 1970, riveramural.org/muraltimeline.
The Art Story Contributors. “Diego Rivera's Life and Legacy.” The Art Story, The Art Story Contributors, 2018, www.theartstory.org/artist-rivera-diego-life-and-legacy.htm.
The Editors of Encyclopaedia Britannica, . “Diego Rivera.” Encycloadia Britannica, Encycloadia Britannica, Inc., 20 Mar. 2017, www.britannica.com/biography/Diego-Riv era.
Watkins, Thayer, and Betty Faultner. “The Timeline of the Turbulent Life of Diego Rivera: His Art and His Politics.” The Timeline of the Turbulent Life of Diego Rivera: His Art and His Politics, San José State University, www.sjsu.edu/faculty/watkins/rivera.htm.
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2019.10.14 04:17 kuai69 Resumen debate presidencial 13-10

Buenas, estaba haciendo un resúmen del debate para un TP de mi novia (a mi me interesa la política, a ella no) y decidí compartirlo para todo ustedes. Antes que nada, disculpen las faltas de ortografía y si me falta algo, hablaban muy rápido y no soy tan rápido escribiendo. Los quiero chiquiss
Debate presidencial 13/10
Presentación
  • Macri: Habla sobre logros y pide que sigamos “juntos”.
  • Fernandez: Habla sobre que tiene poco tiempo para hablar y llama mentiroso a Macri, exponiendo que mintió en el debate anterior.
  • Del Caño: Habla sobre su vida y la política durante esa, hablando sobre el neoliberalismo y lo malo durante sus gobiernos.
  • Centurión: Habla sobre sus valores y contra lo que luchó en su vida. Pregunta por qué no fueron todas sus propuestas hechas antes.
  • Espert: Habla sobre las trampas que le pusieron para que no pueda presentarse. Y sobre los otros candidatos y su experiencia.
  • Lavagna: Habla sobre la crisis económica y cómo salir de ella.
Relaciones internacionales
  • Fernandez: Hay que discutir como entrar en el mundo global preservando la Argentina. Muchas regiones y países se unieron para afrontar el desafío de la globalización. Habla sobre que el Mercosur está abandonado y que hay que volver a unir a Latam y al Mercosur. No vimos la letra chica del acuerdo del acuerdo con la U.E. Destaca que en estos años el gobierno negoció con Inglaterra sobre las islas malvinas pero nos olvidamos de la soberanía y piensa recuperarla.
  • Del Caño: Saluda a Ecuatorianos, critica el apoyo de Macri al gobierno ecuatoriano. Habla mal sobre el FMI y que con el ejemplo de los otros países no tenemos que aceptar el FMI. “La desigualdad entre ricos y pobres es cada vez más brutal” Destaca los movimientos juveniles y de mujeres. “El capitalismo no va más”. Pide un minuto de silencio en homenaje a los muertos por la represión en Ecuador.
  • Centurión: Comerciar con todos los países del mundo sin restricciones ideológicas y sin confundir diplomacia con comercio. El continente antártico es el continente del futuro. Quiere recuperar las islas malvinas. Modelo de Defensa de Argentina desarticulado por falta de inversión. Busca hacer un modelo de Defensa que cubra el 100% de Arg, ahora hay un 40%. Argentina debe poder decir que no cuando sea necesario.
  • Espert: Las relaciones internacionales son importantes para Argentina. Las Malvinas son Argentinas, Reino Unido usurpador. Manera realista de recuperar las Malvinas a partir de cambios de fondos para que el estilo de vida de los que viven en las islas no cambie. En Venezuela hay una dictadura, Argentina debe hacer los maximos esfuerzos para sacar a Maduro y que haya elecciones. Decidir vivir del comercio o entrar en crisis y no respetar los contratos.
  • Lavagna: Malvinas irrenunciables, las crisis internas debilitan la capacidad de negociación. Argentina debe participar en las misiones de paz. Rescatar el proceso de estancamiento en el que se encuentra el Mercosur y de ahí negociar con otros bloques. La negociación de UE puede ser buena o mala.
  • Macri: Imposible que un país se desarrolle solo. Cuando llegó, era uno de los países más aislados del mundo. Hizo relaciones con muchisimos países y presidimos el G20. Vision y objetivo: Trabajo y mejor calidad de vida para los Argentinos. Abrimos más de 200 mercados, la carne en China generó 50mil puestos de trabajo. Insiste en que el acuerdo de la UE es bueno. Seguir con el Mercosur, Canada, Mexico, Singapur. Las exportaciones crecen todos los meses. El mundo es una enorme oportunidad.
30 segundos extra de relaciones internacionales.
  • Centurión: En el gobierno de CFK se firmó un pacto que intercambiaba soberanía por una base espacial, generando posibles conflictos a corto o mediano plazo.
  • Espert: Argentina comienza a fantasear con un default. Solo durante 3 de los ultimos 20 años pagamos la deuda, 17 estuvimos en default. El comercio es la manera genuina de crecer
  • Lavagna: No es cierto que las exportaciones crecen. Desde el 2005 disminuyó el número de empresas exportadoras.
  • Macri: CFK condecoró a Maduro, Macri defiende a Guaidó “se está con la dictadura o con la democracia, la neutralidad es estar con la dictadura”
  • Fernandez: Le impresiona Macri. Relaciones internacionales no es sacarse fotos con los lideres, no entró un centavo de las inversiones.
  • Del Caño: Usa su tiempo para homenajear a los ecuatorianos “victimas de la represión del FMI”
30 segundos de respuesta
-Espert: Cree que el Mercosur fue un simulacro del que no se puede rescatar nada. El comercio es con todo el mundo, no solo con pares. - Lavagna: Defiende ley del 2004 de exportación de servicios informaticos - Macri: CFK rompió los vinculos internacionales necesarios para enfrentar el narcotráfico. Le preocupan definiciones de la oposición - Fernández: Venezuela tiene problemas, quiere que Venezuela lo resuelva, él no quiere intervenir. Pide que ningún soldado argentino entre en tierra venezolana. - Del Caño: No apoya a Maduro, pero dice que Macri apoya a EEUU metiendose en Venezuela, es el pueblo el que tiene que resolver esta crisis. - Centurión: Geopolítica en nuestro país, “Las fronteras siguen siendo un colador”. Falta de control a inmigrantes no residentes (colegios, medicina, etc)
Economía y finanzas
  • Del Caño: MM prometió pobreza cero, fue lo contrario. Las empresas privatizadas ganaron el año pasado 6 millones por día. Proponen una banca estatal única por trabajadores. Oposición: Busca derogar todas las leyes y decretos que afectaron el estilo de vida de jubilados?. Anular tarifazos. Revertir toda la herencia de este gobierno, aumento de emergencia para grupos debiles. Tienen que pagar los ricos
  • Centurión: Hay que achicar el gasto fiscal y público. Asi se podra bajar impuestos, dejando no más de 20 (son 166). Sacar el impuesto a Ingresos brutos. Las retenciones al campo son una confiscación a la renta privada, está en contra. El campo necesita mejor situación financiera y poder ampliar su frontera productiva. Habla sobre problemas de las PyMEs.
  • Espert: Argentina tiene un sistema destructivo, con ganadores y perdedores. Ganadores: Empresarios, sindicalistas y políticos, todos mentirosos. Arg tiene que cambiar el sistema, tomando como ejemplo chile y perú. Buscar el libre comercio con costos laborales reducidos e impuestos bajos. Basta del “chamuyo” de justicia social.
  • Lavagna: Argentina lleva 8 años de estancamiento. Últimos dos años de fuerte caída del Producto. Dos gobiernos distintos pero ambos con caída en el ingreso de las personas. Poner en marcha la economía, bajar los impuestos a PyMEs, cerrar la brecha entre lo que el país puede ser y lo que es.
  • Macri: Habla sobre problemas de los últimos 80 años. Tenemos que “cambiar”, tener un consenso de cómo tener una economía estable. En el último año y medio carga fuerte. El esfuerzo no fue en vano. Estamos mejor, en un punto de partida. Mejoras de los últimos años.
  • Fernandez: MM fracazó en la economía porque nunca la entendió. Atacó el consumo impidiendo dar créditos y sacando salarios. 5 millones de nuevos pobres. Habla sobre mala economía de MM. Estamos en un punto donde podemos cambiar, mejorando el consumo, ayudar al crecimiento de exportaciones para pagar la deuda y obtener insumos. Acabar con la imposición y empezar con el consenso. Diseñar qué país queremos construir.
30 segundos extra.
  • Macri: 2 de cada 3 pesos fueron para pagar deudas del gobierno anterior, el restante para reducir el déficit fiscal.
  • Fernandez: “No se en qué país vive Macri”. Desaparecieron 30mil millones de dólares, culpa a los amigos de MM.
  • Del Caño: MM no hizo el desastre solo, hubo complices. Los legisladores del Frente de Todos votaron en contra de los jubilados en la reforma previsional.
  • Centurión: Jovenes que ni estudian ni trabajan y cobran un plan. Debe haber un plan de primer empleo, liberando a los empleadores por los primeros 3 años de cargas.
  • Espert: No le mintamos a los abuelos, el 82% no es sustentable.
  • Lavagna: Esta administración sobre 4 años termina con tres años de caída del PBI.
30 segundos de cierre.
  • Fernández: La economía no se resuelve prediseñando, no es un dogmático como los demás. -Del Caño: AF planteó el consenso, van a ser los que no roban siempre?
  • Centurión: Argentina es un infierno fiscal. Simplificar tramites pymes.
  • Espert: AF habló de mejorar el consumo y generar exportaciones, las dos juntas no se pueden. Primero mejorar importaciones, negociando con todo el mundo y no solo Mercosur.
  • Lavagna: Para que Arg crezca hay que reconocer la importancia del consumo pero tambien la enorme importancia de la inversión.
  • Macri: AF habló de Corrupción, le sorprende. AF hipócrita porque criticaba a CFK porque arruinó la economía.
–--
Derechos Humanos, diversidad y género.
  • Centurión: Se opone al aborto y sus atajos legales, derecho a la vida. Vetaría cualquier ley de aborto. Basta del pago a delincuentes terroristas
  • Espert: El liberalismo es la gran defensora de DDHH. La izquierda pretende ser la que defiende, la critica. Basta del curro de los DDHH. Sin prisiones preventivas para venganza y no justicia. ESI a favor, pero no degenerando en la ideología de género.
  • Lavagna: El DH más violado es el hambre en Argentina. Insistió con que se declarara la emergencia nutricional. Esencial que este es el principal DH a considerar. Salud, educación y trabajo importantes contra la pobreza.
  • Macri: Siempre cuidó la libertad porque cree en ella. Siempre defenderá los derechos de todos. Reconoce que hay grupos sin igualdad. Mejoró el sistema de denuncias para las mujeres, impulsaron la ley Brisa. Quieren potenciar lo que ya hicieron. Terminar con los femicidios.
  • Fernandez: Dejar todo en mano de los jueces. Los DDHH deben ser un imperativo moral de la Arg. Mejorar la situación de las mujeres cambiando las leyes. Critica a MM por la ejecución del presupuesto contra el femicidio. Crear nuevas instituciones para generar igualdad.
  • Del Caño: La deuda es con las mujeres. Critica a Cambiemos y el frente de Todos por votar en contra del aborto. Critica a la iglesia
por esto. “No son Provida, son Pro violación de derechos”. Listas 100% a favor del aborto legal.
30 segundos extra
  • Fernandez: Los abortos ocurren y no hay que castigarlos, porque hace que todo se vuelva clandestino.
  • Del Caño: Critica acuerdos entre los gobernadores y la iglesia. Promueve la ESI en todas las escuelas.
  • Centurión: Un bebé tiene ADN propio desde el momento que es un embrión. No se puede decidir sobre su vida.
  • Espert: Critica sueños compartidos, critica a AF que quiere poner un ministerio más.
  • Lavagna: Diferencia entre la charla y la realidad.
  • Macri: Critica gobierno anterior, en el actual la prioridad son las victimas de delitos y ciudadanos. Apoyar a las fuerzas de seguridad.
30 segundos de cierre
  • Del Caño: “Iglesia y Estado asuntos separados”.
  • Centurión: Quiere defender a los más débiles. Todos mienten.
  • Espert: Arg tiene que dejar de discutir y pensar en el futuro en lugar de seguir destacando los 70, juzgar a los terroristas de los 70. - Lavagna: Nadie consideró hambre como violación de derechos humanos.
  • Macri: Lo más importante es defender la libertad.
  • Fernandez: Le da la razón a Lavagna. No le preocupa tanto el gasto público para ampliar derechos.
–-- Educación y Salud
  • Espert: “Todos los problemas son problemas de educación” Declarar la educación servicio público básico y esencial. Limitar el derecho de huelga para que los chicos no pierdan clases. Revisión de licencias, ausentismo y enfermedad. Relanzar escuelas técnicas. Arancelar la universidad pública para pagar becas a quienes no puedan afordarlas.
  • Lavagna: Retomar el sistema de finales del siglo 19, principios del 20 en terminos educativos.
  • Macri: Revolución educativa desde su primer día de gobierno. Lanzaron las pruebas aprender. Mejorando los resultados. Acercaron internet a más alumnos. Agregaron robótica a jardines de infantes. Buscan agregar inglés desde jardín de infantes. Ninguna escuela tenía internet en todas las aulas.
  • Fernandez: Critica MM y Vidal. En la educación está el futuro, le va a prestar mucha atención, así como a la ciencia y tecnología. Darle oportunidades a todos.
  • Del Caño: MM enemigo de la educación pública. Revertir todo lo que hizo Menem durante los 90. La educación tiene que ser Nacional y no provincial.
  • Centurión: Los docentes son los que peores salarios tienen. Crear escuelas técnicas y de oficio en el modelo dual, vinculando conocimiento y práctica en el trabajo. 190 días o más de escuela.
30 segundos extra.
  • Del Caño: Como AF puede defender la educación pública cuando en Chubut no pagan los salarios (Su gobernador es del frente de todos)
  • Centurión: A favor de la ESI en colegios.
  • Espert: Quitarles las obras sociales a los sindicatos.
  • Lavagna: Critica a últimos gobernantes por CONICET.
  • Macri: Critica a CFK por ocultar las mediciones. En su gobierno.
  • Fernandez: Critica a MM.
30 segundos de cierre.
  • Centurión: Llama mentirosos a todos.
  • Espert: Busca integrar el sistema de salud sacando las obras sociales a los sindicatos. Usando de ejemplo a Europa.
  • Lavagna: Sugiere que cada vez que el BCRA suba 10 ptos la tasa de interes le preguntemos al banco nacional.
  • Macri: Mejoras en el PAMI.
  • Fernandez: Critica lo que dijo MM.
  • Del Caño: Muchos gobiernos definanciaron la salud pública (incluído el actual) Critica la “salud negocio” y tiene que ser un derecho social.
–-- Cierre de Debate.
  • Lavagna: Los argentinos podríamos estar mejor. Muchos se van o quieren irse. Dejar de burlarse de los argentinos, hay que asumir los fracasos. La clase política entera es el fracaso en este caso.
  • Macri: Volvió el dedo acusador. El Kirchnerismo no cambió. Tenemos problemas pero volver al pasado no va a ayudar. Modernizamos la Argentina. Con 4 años no alcanza para enderezar décadas de políticas erróneas. -Fernández: Otra vez nos endeudaron, otra vez dejaron a la gente sin trabajo. Lo hacen cada vez que suben al poder. Nos caímos muchas veces con esa piedra pero ya es hora de que no nos pase más. Entre todos podemos poner de pie a la Argentina. Darle trabajo a todos.
  • Del Caño: Se dirige especialmente a la juventud. La técnica y el conocimiento permitirían no solamente pelear con el hambre y desocupación. También a reducir la jornada laboral. Pide que lo apoyen con el voto.
  • Centurión: El fracaso de la Argentina es de una naturaleza política porque esta clase abandonó al país. El primer valor a recuperar es respetar la vida por nacer. “Si no podemos defender la vida del más inocente, dificilmente vamos a poder defender a cualquier persona argentina”.
  • Espert: Destaca que es un ciudadano común. La grieta es falsa por la enorme similitud de decisiones políticas. Cambiemos no pudo evitar la vuelta del kirchnerismo. Ellos podrán.
[EDIT] Meto un TL;DR que mande en los comentarios (es mi opinión, el resumen fue lo más objetivo posible)
En mi opinión, Espert fue el mejor preparado, Centurión fue un "Salvemos las dos vidas" permanente, Lavagna no estoy seguro, Macri fue para que más gente vaya a votar y meterles confianza, Del Caño.. bueno lo de siempre y Fernández fue solo a tirarle mierda a Macri.
[EDIT 2] WOW mi primer gold :0. Gracias a las dos personas que dieron el gold y a la que dio el silver, seguramente haga otro igual en el próximo debate.
[EDIT 3] Corrección errores (voy a escribir los edits de corrección en este punto para no llenarlos de edits) - corregido "30 mil" por "30 mil millones" en la frase "no sé en qué país vive Macri"
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2019.09.29 19:02 Bu3n00 Os verdadeiros criminosos

A coluna de hoje tem uma particularidade. Escrevi para quem não lê jornal, gente com menos de 20 anos que se informa pela internet.
Quando tinha a idade de vocês, eu era tímido, envergonhado e inseguro. Me achava muito alto, magro, desengonçado, meio feio, meio ridículo.
Quando entrava no cinema, num restaurante ou em espaços públicos com pessoas desconhecidas, achava um jeito de correr para a cadeira mais próxima que me escondesse dos olhares alheios. Era campeão de sentar junto à porta do banheiro de restaurante, na mesa que batia sol, atrás da coluna que encobria parte da tela.
Nas festas era um inferno. O que fazer com as mãos?
Enfiava no bolso, retirava, cruzava os braços, descruzava, encostava na parede, desencostava, segurava o queixo. Sentia que todos percebiam meu desconforto.
Aos 17 anos, comecei a fumar. O cigarro trouxe alívio. Mal chegava à festa, tirava o isqueiro, pegava o maço, acendia um e dava uma tragada cinematográfica. Por alguns minutos, pelo menos, uma das mãos ficava entretida no ritual que a televisão e o cinema exibiam com mulheres de olhares lânguidos e lábios sensuais, e homens maduros que montavam cavalos afoitos e pilotavam conversíveis ao lado das mulheres de olhares lânguidos e lábios sensuais.
No início, fumava apenas nas festas, depois, ocasionalmente, quando um amigo me oferecia, mais por exibicionismo, para mostrar que era adulto. Quando dei por mim, já tinha caído na mão do fornecedor: um maço por dia, todos os dias.
Passei 19 anos escravizado pela dependência de nicotina, droga maldita que vicia mais do que o crack. É a única que provoca crises de abstinência que se sucedem em minutos. Só quem passou por uma delas sabe o desespero que dá. A ansiedade e a irritação tomam conta da gente. Você não consegue se concentrar, estudar, ler, conversar ou namorar —a única forma de fugir daquele suplício é fumar.
Crises de abstinência de maconha, cocaína ou anfetamina são brincadeiras de criança perto das que a nicotina dispara dez, 20, 30 vezes por dia. Resistir a elas é tão desumano que menos de 10% dos que tomam coragem para enfrentá-las com determinação, continuam abstinentes 12 meses mais tarde.
Larguei do cigarro muito antes de vocês nascerem. Hoje, a fumaça me incomoda, mas se eu der uma tragada por brincadeira, vou para a padaria comprar um maço. Você deixa de ser fumante, mas carrega a dependência pela vida toda.
Felizmente, a geração de vocês foi informada dos malefícios do fumo. Um trabalho persistente da sociedade brasileira conseguiu desmascarar a publicidade criminosa que associava o cigarro ao estilo de vida das mulheres maravilhosas e dos homens sedutores, para reduzi-lo ao que realmente é —um vício chinfrim que deixa você com mau cheiro, hálito repulsivo, pele doentia e, mais tarde, com as piores doenças que conheci na medicina.
Valeu o esforço educativo. Hoje, menos de 10% dos brasileiros com mais de 15 anos são fumantes.
Éramos 60% na minha adolescência. Agora, fumamos menos do que os americanos e do que em todos os países da Europa.
Há anos repito que a indústria do fumo é a mais criminosa da história do capitalismo ocidental.
Inconformada com a diminuição das vendas, desenvolveu uma estratégia demoníaca para assegurar seus lucros imorais: o assim chamado cigarro eletrônico, na verdade mero dispositivo para administrar nicotina.
O objetivo é arregimentar multidões de crianças e adolescentes, dando-lhes a ilusão de que consomem um produto que não faz mal à saúde.
Olha o que aconteceu com os americanos. Mais de 25% dos estudantes com menos de 15 anos fumam eletrônicos, vendidos em cerca de 20 mil lojas, que rendem anualmente aos criminosos U$ 2,6 bilhões (cerca de R$ 11 bi), arrecadados às custas de uma legião de 10 milhões de dependentes.
Até a semana passada, apenas nos Estados Unidos, o dispositivo apregoado como inofensivo havia causado 530 internações e oito mortes por insuficiência respiratória aguda.
No Brasil, a venda dessa invenção diabólica está proibida, mas cada vez mais adolescentes fumam dispositivos contrabandeados ou vendidos pela internet. Muitos têm 11 ou 12 anos de idade. São meninas e meninos ingênuos, que perderão a liberdade de viver longe da nicotina.
Não caia nessa. Ser jovem, inexperiente, tudo bem. Trouxa, não.
Por Drauzio Varella
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2019.08.20 15:31 Amanda3exceler Intercâmbio na Irlanda Mundial Intercâmbio

Intercâmbio na Irlanda: o país mais receptivo da Europa

A Irlanda é um país conhecido mundialmente por suas belezas naturais. Suas colinas e penhascos são o cenário perfeito, incluindo a imensidão verde que a faz ser conhecida como Ilha Esmeralda. Só agora entendemos, o por que este país foi escolhido para ser o cenário de produções de Game Of Thrones.
Pensou em realizar um intercâmbio na Irlanda? Antes de embarcar, é importante conhecer um pouco de sua história, afinal, esse é um país que tem pelo menos nove mil anos de tradições fortes. Desde 1921, a Irlanda é separada da Irlanda do Norte. Além das disputas políticas e econômicas, havia também a relação religiosa: os recém-chegados no país eram majoritariamente protestantes, enquanto os irlandeses seguiam o catolicismo. Sendo assim, como havia dois grupos de interesses opostos, os imigrantes britânicos decidiram se concentrar na região ao norte chamada Ulster para evitar ainda mais conflitos. No entanto, a soberania da Irlanda aumentou, o que fez com que ela se tornasse ainda mais independente da Inglaterra.
Atualmente, a Irlanda mantém o destaque no cenário mundial, devido a sua excelente qualidade de vida, desenvolvimento e demais características que tornam um dos melhores países para se viver. Além disso, também é um dos destinos preferidos pelos turistas.

Por que fazer Intercâmbio na Irlanda?

O Intercâmbio na Irlanda com a Mundial Intercâmbio, é garantir a oportunidade de estudar e trabalhar em um dos melhores países da Europa.
Neste intercâmbio, você vai conhecer a forte influência cultural Celta, até hoje percebida na música e culinária regional, além de simbologia e dialetos que ainda sobrevivem em aldeias e cidades menores, característica muito comum e encontrada facilmente pelos estudantes que fazem este intercâmbio.
Além disso, a receptividade de seu povo e a facilidade para trabalhar é um dos principais motivos para fazer Intercâmbio na Irlanda e aprender ou aprimorar o seu inglês.

Intercâmbio na Irlanda: O que conhecer?

A Irlanda é considerada o país dos pubs e, por isso, tomar boas cervejas e participar das melhores festas. São itens fundamentais que você não pode deixar de conhecer.
No quesito festas, o St. Patrick’s Day é o dia mais importante do ano para os irlandeses, pois celebra o santo símbolo do país e tudo nas cidades e ruas do país ficam verdes – inclusive as cervejas.
Outro símbolo considerado importantíssimo do país é a Banda U2, consideradas uma das bandas de de pop rock mais populares e conhecidas do mundo, que teve seus primeiros acordes tocados na cidade de Dublin.
É importante visitar também os prédios históricos, afinal tudo sobre Irlanda gira em torno de sua história. Conheça também o litoral irlandês e seus belíssimos cenários naturais, os quais mencionamos em cima.

Como é a moeda da Irlanda?

Na Irlanda a moeda é o Euro, isso porque a Irlanda, como um país independente, optou por fazer parte do acordo da União Europeia e aderir à moeda comum.

Qual é a língua oficial?

A Irlanda têm dois idiomas oficiais: o gaelic e inglês. Entretanto, grande parte da população fala Russo, Francês e Alemão. Isso acontece devido ao grande número de emigrantes que fizeram da Irlanda a sua residência.

Estudar e Trabalhar

Quem tiver disposição e quiser uma ajuda extra nas contas, poderá trabalhar na Irlanda. No entanto, tudo depende do tipo de visto de estudante escolhido antes de embarcar.
É importante ressaltar que o governo local também possibilita ao estudante renovar o seu visto de estudante por mais 25 semanas, fazendo com que o aluno possa estudar na Irlanda por mais um tempo.

População

Com uma população de 4,5 milhões de habitantes, a capital Dublin é a maior cidade do país e também a que reúne o maior número de escolas e universidades que ensinam Inglês para estrangeiros, seguida de outras cidades como: Cork, Galway e Limerick, que são outros polos educacionais de Inglês para estrangeiros, cursos técnicos e profissionalizantes.
O país, comparado à média europeia, é tido como um país jovem, já que boa parte da população é de jovens e, consequentemente, registra a maior taxa de natalidade da Europa.

Principais cidades para fazer Intercâmbio na Irlanda

As principais cidades da Irlanda são:

Intercâmbio em Dublin

O Intercâmbio em Dublin é uma boa opção para realizar seus sonhos e conhecer pessoas novas e laços de amizade. Além disso, conheça os pontos turísticos de Dublin: Temple Bar, localizado ao sul do Rio Liffey, o Dublin Castle e o Phoenix Park, no centro de Dublin. Saiba mais!

Intercâmbio em Cork

Aprender inglês e trabalhar é bem fácil no Intercâmbio em Cork, uma cidade que possui um aspecto simples, porém muito atrativa. Com uma população tranquila e de clima pacato, a cidade oferece um mercado de trabalho cheio de opções para quem opta pela cidade de Cork. Saiba mais!

Intercâmbio em Galway

O Intercâmbio em Galway é ótimo para quem deseja estudar e trabalhar no exterior. Com excelente custo de vida, o estudante é incentivado pelo governo local a ficar até um período de 25 meses no país. Saiba mais!

Intercâmbio em Limerick

O Intercâmbio em Limerick com a Mundial Intercâmbio é destinado aqueles que curtem uma história medieval, ama o estilo de vida irlandês e que deseja, além de estudar, trabalhar na Irlanda. Saiba mais!

É possível trabalhar na Irlanda?

É possível sim, trabalhar na Irlanda! Uma das grandes vantagens de optar por fazer um intercâmbio na Irlanda é saber que você pode trabalhar legalmente lá. No entanto, é preciso ter visto de estudante, para conseguir ganhar a permissão para trabalhar. Ou seja, é preciso comprovar que você está matriculado em qualquer curso com até 25 semanas de duração, para poder trabalhar até 20 horas semanais e 40 horas nas férias e finais de semana.
Aproveite os melhores pacotes de intercâmbio para estudar e trabalhar na Irlanda! Conte com a Mundial Intercâmbio.

Conheça a Mundial Intercâmbio e saiba mais: https://www.mundialintercambio.com.br
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2019.08.11 19:52 Fischer320 Fobia social absurda: estou sem saídas.

*Texto bem longo à frente (escrito em 11/08/2019)*
-> Oi, me chamo Fischer, moro no sudeste, tenho 24 anos e venho descrever parte de um enorme problema pelo qual passo e, ao final, *propor algo bastante ambicioso para alguém em situação análoga.*
Já digo, de antemão, que muitos se irritarão com meu jeito de ser ou de pensar. Desculpe ser rude, mas eu não quero conselhos ou sugestões de como agir, não vão adiantar comigo: meu caso é ridiculamente complicado. Considero-me, no entanto, uma pessoa honesta e desejo de forma legítima e apaixonada o bem para a humanidade.
*Um pouco sobre mim:*
Pense em alguém com uma fobia/ansiedade social extrema. Multiplique a intensidade do caso por 2. Este sou eu. É difícil até de imaginar. Eu não possuo um amigo sequer. Nenhum mesmo. Não há ninguém com quem eu converso. Ninguém. Nem na realidade, nem na internet.
Nos últimos meses isso está me afetando de forma brutal porque estou sendo obrigado a ficar exposto a situações sociais horríveis por conta da faculdade. Às vezes, durante as aulas, chego a pensar se a morte não seria uma solução e meus olhos se enchem de lágrimas, pois eu não quero me abdicar das minhas ambições e experiências boas pelas quais ainda quero passar.
Nunca nem cheguei perto de beijar uma garota em 24 anos de existência. Não lembro nem da última vez que encostei numa garota, e olha que eu não sou feio, embora minha autoestima seja baixíssima. Não sei falar com caras jovens. Não sei falar com caras mais velhos. Não consigo desenvolver papo algum. Não tenho domínio da variante linguística usada pelos jovens para se comunicar, isto é, não sei usar de forma natural termos como "rolê" ou outras gírias jovens como "se liga" ou "massa". Nunca fumei nem bebi nada alcoólico, creio que no máximo uns 10 goles de cerveja em 24 anos de vida.
Entre as aulas da faculdade, há intervalos de 25 minutos. É o meu terror. Quase sempre todos saem da sala com seus respectivos grupos e vão tomar um café ou comprar um salgado na cantina, ou então ficam em pé em cantos da sala com sua turminha conversando aleatoriedades. Eu continuo sentado na minha cadeira, fingindo que leio algo ou então que mexo no celular. Ser observado sozinho e ser encarado como esquisito ou antipático é algo que me dói profundamente. Durante esses intervalos, eu finjo, muitas vezes, que durmo, esperando essa pequena eternidade passar e o próximo professor entrar logo na sala de aula; outras vezes, dirijo-me até o banheiro e fico o máximo de tempo possível trancado no box (uns 6 minutos), esperando o intervalo infinito acabar. Depois, lavo as mãos umas 3 vezes de maneira bastante vagarosa (uns 3 minutos), e fico olhando no espelho para o meu semblante de humano totalmente impotente e deslocado da normalidade da vida.
Ainda em relação aos intervalos: eu queria poder ir até a cantina e comprar uma coxinha, parar por lá, escolher os sabores, comprar uma, e comê-la. Mas qual seria o pré-requisito para fazer essa simples tarefa? É basicamente este: ter um amigo, ser sociável e, sobretudo, não ser eu. Se eu ousasse a fazer isso sozinho, eu compraria a coxinha e depois eu faria o que com ela? Ficaria comendo a maldita coxinha olhando pra parede? Ficaria comendo a coxinha sentado na minha cadeira olhando fixamente para o horizonte? A coxinha seria interminável. Nesse caso, eu preferiria ficar trancado por alguns minutos no box do banheiro até que o professor voltasse à sala de aula mesmo.
Sobre trabalhos em grupo, prefiro não comentar, mas, em suma, reprovei matérias consideradas muito fáceis por causa deles. Preferi pagar quase 1500 reais em provas de recuperação para não ter de passar por alguns deles. Meu desempenho acadêmico é prejudicado em função do meu jeito de ser. Faço medicina em uma faculdade particular (com bolsa quase totalmente integral) e as provas de recuperação ou repetição de matérias custam um preço exorbitante. Sinto que a qualquer momento não conseguirei mais arcar com os custos.
Meu apreço pelas ciências e educação, pela medicina, e pelo universo é enorme. Isso talvez me motive a continuar vivo. Eu vejo um futuro promissor para a humanidade. Eu acredito piamente nisso. Mas sinto que não conseguirei chegar vivo até lá. Talvez os vermes que primeiro roerem as frias carnes de meu cadáver consigam desfrutar de um mundo mais justo.
Eu não consigo gostar de nada que as pessoas fazem, incluindo as da minha sala. Falam o tempo todo em festas, em "rolês", usam demasiados termos "sexuais" sem qualquer pudor, usam muito o termo "pt", que, há pouco tempo, descobri que significa "perda total", para designar quando ficam desacordados por efeito de bebidas alcoólicas. Definitivamente, não gosto da forma de agir dos jovens. Nem da dos adultos.
Não gosto da cultura brasileira. Não gosto de futebol, de novela, de feijão, de samba, de pagode, axé, sertanejo, funk, odeio carnaval, festas no geral, não gosto do estilo de roupa usado pelas pessoas médias brasileiras. Odeio álcool, bem como o "jeitinho brasileiro". Odeio totalmente a falta extrema de pontualidade do povo brasileiro.
Sou um weeb, um hikikomori forçado a ir à faculdade. Provável que só saio dela morto. Estou preso nessa rotina. Não tenho mais opções. Já desisti de 2 duas engenharias anteriormente (elétrica e civil) e, agora, não há mais volta. Não sei o que fazer. Meus olhos se enchem de lágrimas ao escrever isso. É triste. Eu pareço não ter sentimentos pelo teor duro do texto, mas sou bastante sensível.
Para vocês terem ideia, no ensino médio quase ninguém sabia meu nome. Eu ficava sentado no fundão extremo da sala, com fones de ouvido SEMPRE que o professor não estava em sala. Se somar o meu tempo de fala durante o "terceirão" inteiro certamente não passa de 10 minutos. E note que eu ficava na escola das 7h da manhã às 20h da noite e, durante a maioria dos dias letivos, eu voltava para meu apartamento sem ter dito uma palavra sequer.
Eu gosto de ficar sozinho. Não gosto de multidões. Prefiro observar tudo de longe, de analisar minuciosamente meu arredor. Mas eu gostaria também de uma pessoa em quem eu possa confiar, que seja companheira, carinhosa, que cuide de mim, que se importe comigo. Uma pessoa cuja presença ou existência me concedesse a confiança para ir até à cantina naqueles intervalos infernais e comprar uma coxinha de calabresa (famosa na faculdade), e conseguir de fato desfrutar dela. Seria como um anjo da guarda. Antes de dormir eu idealizo essa pessoa na minha mente e imagino que ela me acompanha nos intervalos da faculdade. Eu imagino que essa pessoa me dá forças para ser alguém minimamente normal. Eu queria poder ir com ela a uma feira, comprar frutas de que gosto. Queria ir a um shopping, escolher roupas interessantes. Assistir a um filme junto com ela. Conversar com ela sobre assuntos aleatórios.
Sou uma pessoa que simplesmente não tem direito à vida, à amizade, à aventura, à descoberta do novo. Tudo que acontece parece ser exterior a mim. Minha orientação geográfica é um lixo. Eu não sei nomes de ruas, não consigo voltar para casa sozinho sem auxílio do Google Maps, não sei quando é que o ônibus vai parar no meu ponto, mesmo morando e estudando nesta cidade estúpida há mais de 20 anos. Eu nunca consigo lembrar dos prédios famosos que ficam nos entornos da faculdade ou do meu apartamento. Eu me perco dentro da própria faculdade. Parece que nem o elevador eu consigo usar direito. Me sinto sozinho, literal e metaforicamente perdido na vida.
Acordar hoje e lembrar que eu estou dentro dessa realidade é assustador. Eu vivo num pesadelo infindável. NINGUÉM MERECE SER EU, VELHO. Que droga, cara... Sempre que eu acordo eu sou agredido pela realidade, é pior do que levar um soco na cara todas as manhãs.
Depois eu preciso, urgentemente, melhorar a expressividade deste texto, bem como traduzi-lo para o inglês, mas no momento estou sem tempo, então escrevi subitamente.
*Minha proposta é a seguinte:*
Alguém que é TÃO fodido socialmente quanto eu quer vir morar comigo? Eu preciso de alguém que vá aos intervalos da faculdade comigo. Preciso de um anjo da guarda. Não aguento mais ser eu. Quero ter alguém pra ir na padaria, na farmácia comigo. Que viaje para a Europa comigo, que explore o mundo comigo. Preciso de uma pessoa que me ajude de forma maternal, que cuide de mim, eu sou fraco socialmente e sozinho não consigo fazer muito. *Alguém que entenda que eu NÃO quero mais ninguém a não ser essa pessoa maternal*. Conversar quase que exclusivamente com ela.
Alguma garota fofa e com ~GRANDE~ fobia social quer vir morar comigo? Alguma garota que goste muito de ciências, estudos, de jogar vídeo game ou então que seja BASTANTE compreensiva e carinhosa quer vir morar comigo? (não quero uma namorada; apenas um "anjo da guarda" que me acompanhe mesmo).
Ou então um cara que tenha uma fobia social do meu nível (infelizmente, acho que deve ser praticamente impossível achar alguém tão fodido desse jeito) quer vir morar comigo, ser meu amigo, me ajudar nos intervalos da faculdade? Tenho espaço de sobra aqui.
Alguma pessoa MUITO, mas MUITO tímida mesmo quer tentar traçar uma jornada comigo?
Preciso de alguém com quem construir coisas. Várias coisas. Ganhar dinheiro, aprender línguas, ajudar-se de forma verdadeira e sem hipocrisia, alguém para poder abraçar e dizer o quanto ela é importante.
Acho que por enquanto é só. Vou estudar. Tchau
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2019.08.11 01:39 AntonioMachado [1895] V. I. Lénine - Friedrich Engels

Artigo: https://www.marxists.org/portugues/lenin/1895/mes/engels.htm#tn64
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2019.07.21 04:54 LamedVavnik Reportagem da Veja de outubro de 1968 contando um confronto entre a USP e a universidade do Mackenzie com uma fatalidade. A edição da revista é usada como código no filme Batismo de Sangue.

Olá Brasil! Achei essa reportagem à alguns anos atrás enquanto fazia um resumo do filme Batismo de Sangue para um trabalho de ensino médio. É um excelente filme que conta a história do Frei Tito, preso e torturado durante a ditadura sob acusações de ter contato com Carlos Marighella. Durante uma das cenas a edição de outubro de 1968 da revista Veja é usada como símbolo dos militantes. Fiquei curioso na época e conseguir achar uma versão online do texto, que dá uma pequena visão do panorama politico da época.
Destruição e morte por quê?
O ovo veio antes. Estourou na cabeça de um estudante. Depois vieram outras explosões, de coquetéis Molotov, bombas, rojões, mais tiros de revólver, para transformar um pedaço da Rua Maria Antônia, no centro de São Paulo, num campo de batalha. Poderia ter sido mais uma briga, marcando a rivalidade entre os alunos da Universidade Mackenzie e a Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo, uma em frente a outra se encarando com maus olhos há muito tempo. Mas a incrível batalha foi longe demais: há um morto, um moço de vinte anos, muitos feridos, os prédios de duas escolas danificados, vários carros virados e incendiados. No mesmo momento em que os universitários brasileiros reclamam um nível melhor de ensino e pretendem uma participação mais ativa na vida política do País, 3.000 estudantes do Mackenzie e 2.500 estudantes da Faculdade de Filosofia da USP deflagram a sua guerra por causa de um ovo. Para um estudante do Mackenzie, "essa briga prova que não há lugar para duas escolas na Rua Maria Antônia". é muito pouco para tanta violência. Uma coisa é certa: aos dois lados faltou a visão das conseqÜências políticas e dos danos materiais que a briga provocaria - e faltaram líderes para deter a briga, antes que chegasse onde chegou. Ao lado do caixão de José Guimarães, o jovem secundarista que tombou na batalha sem glória, Dona Madalena, a mãe desolada, chora, enquanto o irmão mais velho, Ladislau, repete para cinegrafistas e fotógrafos: "Filmem e fotografem à vontade. Talvez tudo isso sirva para alguma coisa, um dia".
Paus e pedras, bombas Molotov, rojões, vidros cheios de ácido sulfúrico que ao estourar queimavam a pele e a carne, tiros de revólver e muitos palavrões voaram durante quatro horas pelos poucos metros que separam as calçadas da Universidade Mackenzie e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo. Exatamente às 10 e meia da manhã do dia 2, quarta-feira, começou a briga entre as duas escolas. Porque alguns alunos do Mackenzie atiraram ovos em estudantes que cobravam pedágio na Rua Maria Antônia a fim de recolher dinheiro para o Congresso da ex-UNE e outros movimentos antigovernistas da ?ação? estudantil, a rua em que vivem as duas escolas rapidamente se esvaziou. Formaram-se grupos dos dois lados, dentro do Mackenzie, onde estudam membros do Comando de Caça aos Comunistas (CCC), Frente Anticomunista (FAC) e Movimento Anticomunista (MAC); dentro da Faculdade de Filosofia da USP, onde fica a sede da ex-União Estadual dos Estudantes. As duas frentes agrediram-se entre discursos inflamados e pausas esparsas. Ao meio-dia a intensidade da batalha aumentou, porque chegaram os alunos dos cursos da tarde. O Mackenzie mantinha uma vantagem tática - os seus prédios ficam em terreno mais elevado e são cercados por um muro alto. A Faculdade da USP está junto à calçada, num prédio cinzento e velho, com a entrada principal ladeada por colunas de estilo grego e duas portas laterais. A fachada não tem mais que 20 metros. Seu único trunfo: uma saída na Rua Dr. Vila Nova, perpendicular à Maria Antônia, bem defronte à Faculdade de Economia, também da USP. Nessa quarta-feira, uma enfermaria improvisada no banheiro da USP atendeu a seis feridos. Dois alunos do Mackenzie também se machucaram. Na rua, os estudantes da USP apupavam os do Mackenzie: "Nazistas, gorilas!" E os mackenzistas revidavam: "Guerrilheiros fajutos!" às 2 da tarde a reitora do Mackenzie, Esther Figueiredo Ferraz, pediu uma tropa de choque - 30 guardas-civis - para "proteger o patrimônio da escola". Quando a polícia chegou, os estudantes se dispersaram. Houve uma trégua.
TODOS NA DEFESA - Durante a noite as duas escolas discutiram a briga em assembléias. E tanto um grupo como o outro chegou à mesma posição: organizar a defesa para o dia seguinte e só atacar se atacado. A assembléia da USP declarou que não queria lutar contra o Mackenzie, mas contra o CCC. No dia 3, quase às 9 horas da manhã, um grupo de rapazes saiu pelo portão de ferro do Mackenzie, correu até a entrada da Faculdade de Filosofia e arrancou uma faixa suspensa entre as duas colunas. Dizia a faixa: CCC, FAC e MAC = Repressão. E mais abaixo: Filosofia e Mackenzie contra a Ditadura. Os dizeres insinuavam união das duas escolas contra a "ditadura" e as organizações de extrema direita. Ao arrancá-la, os mackenzistas repudiavam a pretendida unidade. E para que isto ficasse bem claro, às 9 e meia tomaram mais duas faixas dos alunos da USP. Foi o fim da trégua. Novamente a pequena rua estremeceu com a explosão de rojões, bombas, tiros, vidraças quebradas por tijolos e barras de ferro. Labaredas de fogo subiam pelas paredes lambendo o rebôco e deixando um rastro negro de fuligem. Guardas civis protegiam o Mackenzie - ainda a pedido da reitora - armados de metralhadoras, fuzis e cassetetes tamanho-família. Luís Travassos e Édson Soares, respectivamente presidente e vice-presidente da ex-UNE, somados a José Dirceu, presidente da ex-UEE, comandavam a resistência da Filosofia.
TODOS NO ATAQUE - Por volta de meio-dia, centenas de curiosos e colegiais que vinham das aulas da manhã aglomeravam-se nos dois extremos da Rua Maria Antônia. Aproveitando a presença dessa platéia, os universitários da USP, com saquinhos de papel na mão, pediam dinheiro "para comprar material de guerra". Grupo de alunas de um colégio próximo subiu num monte de material de construção. Entre elas estava uma menina de quinze anos, com uniforme da quarta série ginasial do colégio "Des Oiseaux" e óculos escuros. Ficou ali quase uma hora, até o instante em que três policiais avançaram sobre um grupo de estudantes que havia lançado pedras contra eles. Um dos policiais puxou o revólver e atirou para o ar. Um aluno da USP jogou-se contra ele, de mãos abertas, forçou o braço do soldado para trás e tentou tomar-lhe o revólver. Dois outros soldados começaram a dar tiros no chão. Um estudante foi ferido na perna: Jorge Antônio Rodrigues, do terceiro ano de Economia. Foi o primeiro choque entre polícia e estudantes na quinta-feira. Um capacete de aço que tombou na luta foi levado como troféu para o interior da Faculdade. Nessa hora, a platéia debandou. A menina de óculos escuros quase levou um tombo. Era a filha do Governador de São Paulo, Roberto de Abreu Sodré. Logo depois, uma sirena gritou na rua. Os estudantes pensavam que a polícia estivesse investindo, mas era uma ambulância que ia buscar o rapaz atingido no rosto por um rojão, aluno do Mackenzie. Nessa escola, alguém ensinava como preparar bombas Molotov (segundo alguns alunos, foram atiradas mais de mil contra os estudantes e o prédio da USP). Nos rojões de vara eram adaptados vidros com gás lacrimogéneo, que iam rebentar no interior das salas da USP. Ácidos de cheiro muito forte e enjoativo eram lançados da mesma maneira. Foram instalados fios elétricos nos portões de ferro e grades do Mackenzie. Quem tocasse ali seria eletrocutado. As vidraças quebradas da USP eram substituídas por tapumes de madeira. Mas a tropa de choque da Faculdade de Filosofia havia acumulado às 14 horas um monte alto de pedras e duzentos rojões. Uma garrafa Molotov estourou sobre os fios de alta tensão que cruzavam a linha de fogo, queimou um deles, e de repente espocaram estalos e faíscas esverdeadas pela rua. Mais correria, mais gritos, mais palavrões. Do Mackenzie saíram bombas de gás lacrimogéneo que detonaram na rua e na entrada da Faculdade de Filosofia. Um edifício em construção, ao lado do Mackenzie, foi ocupado pelos mackenzistas.
DESORDEM, FERIDOS - Boatos e notícias contraditórias circulavam. A polícia invadirá as duas escolas, diziam uns. Outros negavam, mostravam-se mais sabidos: virá o Exército. "Por que seria a polícia? Se ela quisesse, já teria tomado alguma providência. Não iria ficar parada, assistindo de camarote a essa insensatez dos estudantes", dizia um velho, numa esquina. Para o General Sílvio Corrêa de Andrade, chefe do Departamento de Polícia Federal em São Paulo, todas as providências cabiam à polícia do Estado. "O que ocorre na Rua Maria Antônia é desordem, briga, e não manifestação política", dizia ele. Muitos alunos do Mackenzie feriram-se por acaso. Quando corriam por cima dos prédios para escapar das pedradas, sentiam as telhas cederem sob seus pés. Caíam então de uma altura de quase dois metros, desabando no assoalho do último andar. Um quebrou a clavícula, outro o nariz e um terceiro cobriu-se de escoriações. Por volta das 13h30 chegou um carro-tanque com seis bombeiros a pedido dos alunos da USP. Estacionaram na Rua Dr. Vila Nova e começaram o combate aos focos de incêndio que se multiplicavam pelo prédio da Faculdade de Filosofia. José Dirceu soltava frases de efeito: "As violências da direita estão sendo respondidas pela violência organizada do povo e dos estudantes", ou "Vamos esmagar a reação."
DE REPENTE, A MORTE - Perto do edifício em construção, tomado por alunos do Mackenzie, um grupo de secundaristas recolhia pedras para a USP. Na Rua Dr. Vila Nova ecoaram gritos e para lá correram muitos estudantes. Que era? Um aluno da Faculdade de Direito do Mackenzie, João Parisi Filho, halterofilista e desenhista, que teve trabalhos expostos na última Bienal de São Paulo. "Ele é do CCC", comentava-se. Cerca de oitenta estudantes da USP rodearam Parisi berrando: "Lincha! Mata o canalha!" O rapaz tinha um revólver. Tornaram-no. Depois, aos tapas, conduziram Parisi ao prédio da Faculdade de Economia da USP. (Quando à noite esse prédio foi tomado pela Força Pública, o presumível agente do CCC foi detido com os demais estudantes e encaminhado ao DOPS.) O trabalho dos bombeiros não parava. Rojões estouravam intermitentemente na Rua Maria Antônia. Súbito, defronte à Faculdade de Filosofia, um estudante com os braços abertos e quase se ajoelhando na calçada berrou: "Ambulância, ambulância, por favor". E atrás deste vieram mais rapazes carregando um jovem de cabelos pretos que tinha a camisa de linho branco tinta de sangue. Era José Guimarães, aluno do Colégio Marina Cintra, terceira série ginasial, vinte anos. Pintava nas horas vagas. Tinha mãe viúva. Ao passar pela Rua Maria Antônia resolveu ajudar os universitários. Recolhia pedras para a USP. Uma perua dos "Diários Associados" levou-o para o Hospital das Clínicas. Mas José Guimarães morreu no caminho. Na Maria Antônia ele deixou revolta e manchas de sangue. Laudo da autópsia: "A bala é de calibre superior a 38 ou de fuzil. Havia seis ou sete pedaços de chumbo no cérebro. O tiro entrou 1 centímetro acima da orelha direita e saiu à altura da linha mediana da cabeça, atrás, ligeiramente à esquerda. A bala fez um percurso de cima para baixo, em sentido oblíquo". Quem atirou? Ninguém sabe.
A BRIGA PROSSEGUE - Ao saber da morte do estudante secundário, José Dirceu subiu num monte de tijolos, cadeiras, corrimãos de escada e paralelepípedos, que servia de barricada, fez um comécio-relâmpago. "Não é mais possível mantermos militarmente a Faculdade. Não nos interessa continuar aqui lutando contra o CCC, a FAC e o MAC, esses ninhos de gorilas. Um colega nosso foi morto. Vamos às ruas denunciar o massacre. A polícia e o exército de Sodré que fiquem defendendo a fina flor dos fascistas. Viva a UNE, abaixo a reação!" Então concebeu uma nova imagem e desfechou: "Jorge, o rapaz morto, é um segundo Édson Luís (o secundarista que morreu no restaurante do Calabouço, na Guanabara). Vamos às ruas!" Com essa oratória Josá Dirceu conseguiu pôr a maioria dos assistentes em posição de passeata. "Não é Jorge, é Dionísio" cochichou uma estudante à colega. Ninguém sabia direito o nome da vítima. às 3 e meia uma janela se abriu no prédio da USP, e através dela um aluno gritou: "Estão contentes? Vocês já mataram um". Só assim os mackenzistas souberam da morte de um adversário. Também não entenderam a morte. Uns diziam que tinha sido uma bomba Molotov, outros, que foram tiros da polícia. Quem havia morrido não interessava. Toda a atenção deveria voltar-se para a pontaria das pedradas, que continuaram, mesmo depois de oitocentos estudantes da USP saírem em passeata.
QUEIMAR, QUEBRAR - Os estudantes ganharam a cidade em dez minutos. Arrancaram um pano vermelho da traseira de um carro-guincho e com ele fizeram uma bandeira. Em seguida, cercaram um Aero-Willys com chapa branca da Prefeitura Municipal de Santo André (cidade dos arredores de São Pauto), obrigaram o chofer, preto e gordo, a correr, quebraram todos os vidros do automóvel e amassaram a carroceria. Vinte metros adiante, rodearam um Volkswagen da polícia. Com pedaços de ferro nas mãos, dirigiram-se ao motorista: "Com licença, nós vamos pôr fogo no seu carro". O policial abandonou o automóvel e ficou a distância entre os espectadores. Os estudantes tombaram o carro e atearam fogo.
Depois incendiaram um Aero-Willys da Força Pública de São Paulo. Iluminados pelas chamas que subiam a 20 metros de altura, José Dirceu e Édson Soares fizeram discursos "denunciando o assassinato de um colega e oferecendo solidariedade aos bancários que, em greve, resistem à opressão". Aproveitando o congestionamento do trânsito, as moças da passeata dirigiam-se aos automóveis parados, pedindo dinheiro para "a resistência" e anunciando a morte do companheiro. Minutos depois queimavam mais um Volkswagen da polícia. As chamas ameaçavam um ônibus; os passageiros o abandonaram apavorados, enquanto uma perua Rural-Willys da chefia policial era depredada. Do alto de alguns prédios caíam papéis picados. Na Praça da Sá, ponto central de São Paulo, um Aero-Willys da Polícia Federal foi depredado; os transeuntes gritavam, corriam. Uma senhora desmaiou e foi carregada até a Catedral. A passeata dirigiu-se para o Largo de São Francisco, onde fica a Faculdade de Direito, contra a qual foram lançados paus e pedras. José Dirceu fez novo discurso. De lá os estudantes correram para a próxima Praça das Bandeiras, onde surgiu um caminhão com doze homens da Força Pública. Os estudantes fugiram aos gritos. Seis jornalistas foram presos.
É UMA ESTUPIDEZ - Na Rua Maria Antônia a batalha arrefecia. No prédio da USP sobravam poucos estudantes. Algumas partes do teto ruíam. Às 18h30, Luís Travassos, o presidente da ex-UNE, entrou na Faculdade de Economia dizendo: "É preciso desmobilizar isso. Daqui a pouco não temos mais munição, o prédio pode ser invadido, vai ser um massacre." Os mais atirados queriam ir buscar o corpo de José Guimarães. "E que vamos fazer com o corpo aqui dentro?", perguntou Travassos dando de ombros. Às 20h30, José Dirceu apareceu com uma camisa suja de sangue. Subiu numa janela e, cercado por fotógrafos e cinegrafistas, teve um gesto dramático: "Colegas, esta camisa é do nosso companheiro morto pelas forças da repressão. Vamos todos para a Cidade Universitária. Haverá assembléia." Duzentos e quarenta soldados da Força Pública, cem cavalarianos, dois tanques e cinqüenta cães amestrados começaram a chegar na Rua Maria Antônia e vizinhança. O Mackenzie foi ocupado sem problemas, mas alguns estudantes ainda atiravam bombas Molotov contra o velho prédio da USP e pedras caíam sobre os jornalistas que tentavam se aproximar.
Um repórter da "Tribuna da Imprensa" do Rio de Janeiro foi ferido na cabeça. A Faculdade de Filosofia também foi ocupada. Nela estavam apenas alguns professores e alunos, fechados numa sala para redigir um manifesto sobre os acontecimentos. Os mackenzistas cantavam o Hino Nacional e davam vivas. A reitora Esther Figueiredo Ferraz apertou a mão de alguns funcionários e estudantes. E os estudantes gritaram: Vamos tomar uns chopes para comemorar a vitória". E foram beber.
QUEM VENCEU? - Enquanto o corpo de José Guimarães era velado pela mãe, a irmã e o irmão, sob forte proteção policial, enquanto os alunos da USP discutiam o que fazer no dia seguinte e os mackenzistas bebiam, o diretor em exercício da Faculdade de Filosofia, Professor Eurípedes Simões de Paula, observava que "o prédio da Maria Antônia não tem condições de funcionar até o fim do ano". As aulas serão transferidas para a Cidade Universitária. "Já deveriam ter saído antes", observou Erwin Rosenthal, o diretor que vai à Europa. Com isso, o Mackenzie ganhava o domínio da Rua Maria Antônia. A briga entre as duas escolas é muito antiga e cheia de crises. A principal foi em 1964, quando o CCC sentiu-se fortalecido com a mudança de regime e invadiu a Faculdade de Filosofia quebrando vidraças, móveis e espancando estudantes. Em 1966, quando Luís Travassos foi eleito presidente da ex-UEE, repetiu-se a invasão e foi destruída a urna de votação. Em 1967, quando José Dirceu substituiu Travassos, houve outras brigas. Mas há alunos do Mackenzie contrários a seus colegas da chamada "tropa de choque". E na passeata de uma hora feita na tarde de sexta-feira por cerca de 4 mil pessoas em sinal de protesto pela morte de José Guimarães (um protesto contra quem?), apareceu urna faixa: "O Mackenzie se Une às Outras Escolas e Repudia a Colaboração dos Professores na Fabricação de Armas Assassinas". Nessa passeata, que acabou sendo dissolvida a bombas de efeito moral e gás lacrimogéneo, José Dirceu declarou que "a UNE e a UEE derrotaram o CCC, o FAC e o MAC em quatro assembléias lá dentro do Mackenzie". A União das Mães de São Paulo, que apoiou a passeata, pediu aos estudantes que se manifestassem pacificamente. "Violência gera violência", disse a oradora da União. Os estudantes não gostaram da advertência. Um coro interrompeu o discurso: "Povo armado derruba a ditadura", gritaram. A senhora não perdeu a coragem. Uma mocinha deu-lhe apoio: "Muito bem". Mas o estímulo caiu no silêncio. A União das Mães tomou uma decisão na hora: "Retiramos nosso apoio se vocês não fizerem essa passeata pacificamente". Mas não houve paz. Alguns estudantes quebraram vidraças do First National City Bank, outros viraram e queimaram um carro. Às 20 horas - duas horas após o desbaratamento da manifestação -, uma perua da Força Pública foi atacada num ponto distante do roteiro da passeata. Luís Travassos e José Dirceu estavam cansados e unidos. A camisa manchada com o sangue de José Guimarães foi carregada como um estandarte. Ninguém - exceto parentes e policiais - pôde ir ao enterro do moço assassinado numa batalha absurda. O sepultamento marcado para as 16 horas de sexta-feira foi às 13 horas, no Cemitério do ?Araçá?. Os moços da ex-UNE querem fazer dessa morte um caso político de repercussão nacional e anunciam mais passeatas. A que pode servir tudo isso? O irmão do morto diz que talvez sirva a alguma coisa, um dia. Que coisa?
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2019.07.10 19:11 vipzen A música Eduardo e Monica da banda Legião Urbana esconderia uma implicância com o sexo masculino?

O falecido Renato Russo era, sem dúvida, um ótimo músico e um excelente letrista. Escreveu verdadeiras obras de arte cheias de originalidade e sentimento. Como artista engajado que era, defendia veementemente seus pontos de vista nas letras que criava. E por isso mesmo, talvez algumas delas excedam a lógica e o bom senso. Como no caso da música Eduardo e Mônica, do álbum Dois da Legião Urbana, de 1986, onde a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. Analisemos o que diz a letra.
Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram). Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.
Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, Festa estranha significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. Gente esquisita é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal festa legal em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer? Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.
Assim temos (- Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.
Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em E a Mônica riu nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se quis saber um pouco mais leia-se quis dar para! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.
A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo boyzinho que tentava impressionar! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como boyzinho. Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.
E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?
Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.
Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.
Em seguida Russo utiliza o eufemismo "menina" para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.
O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar "iéis", "nou" e "mai neime is Eduardo"! Incomoda como são usadas as palavras "ainda" e "aulinhas", para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.
Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão "do Bandeira". Francamente, "Bandeira" é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar "Êta" com "Tiêta" e neguinho ainda diz que ele é gênio!
Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada. Mulher sim, é maturidade pura.
Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola - cinema - clube - televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse "bar da esquina - terreiro de macumba - sauna gay - delegacia"?? E qual é o problema de se ir a escola, caralho?!?
Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem: 1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto. 2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo. 3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!
Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?
Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência... Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem... é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!
Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.
Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.
Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta.
O que realmente impressiona nesta letra é a presença constante de um sexismo estereotipado. O homem é retratado como sendo um simplório alienado que só é salvo de uma vida medíocre e previsível graças a uma mulher naturalmente evoluída e oriunda de uma cultura alternativa redentora. Nesta visão está incutida a idéia absurda que o feminino é superior e o masculino, inferior. É sabido que em todas culturas e povos existentes o homem sempre oprimiu a mulher. Porém, isso não significa, em hipótese alguma, que estas sejam melhores que os homens. São apenas diferentes. Se desde o começo dos tempos o sexo feminino fosse o dominador e o masculino o subjugado, os mesmos erros teriam sido cometidos de uma maneira ou de outra. Por que? Ora, porque tanto homens quanto mulheres e colunistas sociais fazem parte da famigerada raça humana. E é aí que sempre morou o perigo. Não importa que seja Eduardo, Mônica ou até... Renato!
Adolar Gangorra tem 71 anos, é editor do periódico humorístico Os Reis da Gambiarra e não perde um show sequer dos "The Fevers".
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